A Internet Beta

Quer rever (ou conhecer) os primórdios da Internet Beta? Uma época em que quem tinha mais links na Homepage era Rei, em que quem tinha o script de mIRC mais “armado” podia andar pela Brasnet sem ser incomodado, em que banda larga era um modem de 56k na sexta depois das 4 da manhã? Então clique na caveira-girante:

Portal temporal para Nebulosa's Home Page

Portal temporal para Nebulosa

Quem fez essa página (ou melhor, essa HOME PAGE) foi o Cafetron, lá do Nebulosa Nerd’s Bar, e ficou FODA! Fazia séculos que eu não via o maledeto fundo de nuvens, e já tinha esquecido de todos esses GIFs animados manjados. Sério, dá pra passar horas só olhando os detalhezinhos (imagens com bordas azuis! Este site é melhor visualizado em 640×480! A tag marquee!!). Tomara que ele nunca tire isso do ar, porque eu pretendo mostrar pros meus netos o que ERA a Internet Beta, antes dessas frescuras de Web 5.0. E aí, inspirado pelo momento de profunda nostalgia, eu resolvi postar minhas memórias dessa época mágica de baixa velocidade e alto noobismo (na verdade lammers, segundo o vocabulário da época).

  • Da turma da escola, eu fui o último a entrar na internet, mais ou menos no fim de 97. Durante uns seis meses eu ouvi maravilhado aquele falando sobre Mirc, Chat, Cadê?, Battle.Net (Diablo!), até que finalmente eu consegui convencer minha mãe a assinar internet pra gente. (Em compensação, meu pc era melhor que o deles: rodava Quake 2 a 20 fps! ).
  • Primeira coisa que eu fiz na internet: procurar letras do Pink Floyd no Cadê! Segunda coisa: baixar o ICQ e criar um profile, e descobrir que era meio demoradinho baixar coisas pela internet. Terceira coisa: digitar “fotos playboy” no Cadê. Ei, eu tinha 15 anos, o que você queria?
  • Nessa época meu provedor (Falhanet! digo, Folhanet) não tinha plano de horas ilimitados, e por isso a gente assinou VINTE horas mensais. No primeiro dia já foram cinco horas. No segundo dia já tinha acabado. Eu, muito malandrão, resolvi dar uma de joão sem braço e continuar usando. Só uma horinha ou três por dia, ou pra baixar alguma coisinha depois do almoço, ou só pra ver quem tá no ICQ. Três semanas depois o provedor ligou, dizendo pra minha mãe que eu tinha CENTO E POUCAS horas extras. E a primeira conta de telefone nem tinha chegado ainda…(No final tudo certo, o provedor ofereceu o novo plano de horas ilimitadas que eles estavam começando e ignorou o meu…exagero. Só a conta de telefone que não teve jeito…)
  • Nunca fui muito fã de mIRC, apesar de ter usado bastante. Flood, nuke, roubar nick, tomar canal, vi todos esses “fenômenos” acontecendo ao vivo, mas nunca fui muito fã desses “ráquers de fim de semana”. Comunicação social pra mim era o chat de Música do Zaz: você entrava lá, colocava um nick de algum roqueiro famoso (todo hora tinha pelo menos 6 Kurt Cobains online) e ficava lá, conversando com desconhecidos e falando mal das bandas que você não gostava. A diversão do fim de semana era dizer que alguma banda famosa tinha sofrido um acidente, e ver o desespero tomar conta da moçada. A primeira amizade internética que eu fiz foi lá, com uma guria cujo nick era “Dana Cobain”.
  • O Daniel era o nosso guru nerd. Eu, o Victor e o Satoshi pagávamos muito pau pra ele, mas ninguém admitia. Ele era um ano mais velho, sabia mais sobre computadores que a gente, jogava RPG com o primo mais velho, conseguia sempre baixar os jogos novos pela internet, e até escreveu um script de mIRC! Um dia eu perguntei pra ele: “Saran, dá pra jogar videogame no computador?”, e ele disse: “Procura no Cadê por emuladores, rom e o videogame que você quer”. E então eu vi a luz…
  • Primeiro jogo online: Duke Nukem 3D. Antes mesmo do advento da Internet Beta, a gente conectava via modem e batia altos deathmatchs. Quando o Daniel se mudou pra Brasília, a gente jogava Duke Nukem do jeito mais bizarro possível: conectando num bankline de Pirapózinho do Nada com número 0800, através do Mirc a gente varria a rede procurando pelo IP um do outro. Achado o IP, a gente criava uma instância do jogo e passava a tarde se matando. A gente usava esse esquema também pra trocar arquivos, e o mais legal é que não gastava nada.
  • Meu primeiro contato com programação foi fazendo fases de Doom e Duke Nukem. Coisinha simples, tinha o editor de fases totalmente gráfico e só se precisava mexer no código muuuito raramente, mas foi a primeira vez que eu entendi o conceito de “eu peço, o computador faz…ou quase”. Mas eu ainda não sabia que computadores tem consciência, vontade e motivações próprias oÔ.
  • Email grátis nessa época só Hotmail (acho!). Um dos passatempos era pegar o email de alguém da escola, que geralmente tinha acabado de assinar internet, e usar um daqueles programinhas de “email anônimo” pra enviar uma AVALANCHE de emails inúteis pro sujeito. Na conexão discada uma coisa dessas devia demorar algumas horas, mas depois ver o cara reclamando que a caixa de email dele tava lotada era legal demais. Sim, EU SEI, cretinice, mas de novo: a gente tinha 15 anos.
  • Irônico: primeira mp3 que eu baixei foi Unforgiven do Metallica. Isso anos antes do Napster, na época que a coisa mais comum do mundo era achar uma página cheia de músicas armazenadas em HTTP. Logo depois os provedores começaram a proibir, e a maioria das páginas roubava links umas das outras e virou uma zona, mas ainda dava pra encontrar coisas legais nos sites de fã-clubes. Por exemplo, nessa época eu me tornei fã de Pearl Jam e ouvi primeiro todos os b-sides da banda (porque dava pra baixar na net) antes dos álbuns oficiais (que eu tinha de comprar ou alugar e gravar, ou fazer o Victor comprar ou alugar, fazer ele ir em casa e eu na maior cara de pau gravar…enfim, trabalhão).
  • Um adendo: o melhor jeito de baixar música na internet se chamava Audiogalaxy. Era lindo, era mágico, era inexplicável: você baixava TUDO, qualquer coisa que você procurasse, até as coisas mais impossíveis. Um pedaço da minha alma morreu quando fecharam ele…sniff.

O Projeto Joey

- Ok, então, se essa válvula falhar, o que poderia acontecer?
- Hmmm…caso essa válvula se abra, tenho certeza que os Muppets escaparão!
- Muppets?
- Sim! Teríamos a Miss Piggy liderando a primeira onda, acompanhada do Fozzie e do Rowlf. Depois logo em seguida viriam o Caco e o Beaker, talvez o Gonzo e a Camilla. E caso a situação realmente fuja do controle…o Animal poderá escapar.
- Então essa é uma malha crítica?
- Na verdade a malha dos críticos fica em outra instalação. Essa é a malha dos Muppets.
- Entendo.
- E o que pode acontecer de pior caso…os Muppets escapem?
- Eles são imprevisíveis! Talvez eles tomem conta da instalação, talvez eles façam shows, quem sabe até fujam para Nova York querendo entrar no show business! Uma coisa é certa: eles seguirão o sapo aonde ele for.
- Ahn…compreendo. Mas continuando…vejo aqui no desenho 7B que temos o tanque 37. Existe algum perigo desse tanque ficar vazio?
- Na verdade, não.
- E dele transbordar?
- Ah….bem, não queremos que ele transborde.
- Mas existe essa possibilidade?
- Caso os muppets escapem…
- E o que aconteceria caso…
- Bom, essa área tem muitos Gremlins.
- Gremlins?
- Sim, gremlins. Fofinhos e graciosos. Exceto quando…você sabe…
- Explique em detalhes, preciso colocar no relatório.
- Ok. Os gremlins não oferecem perigo, exceto no caso de você alimentá-los depois da meia noite. E se você molhá-los…eles se multiplicam, numa taxa de cinco pra um. Então, supondo que o tanque transborde…
- Teríamos uma infestação de gremlins.
- Exato! Nesse caso, precisaríamos eliminar toda e qualquer forma de comida antes da meia noite. Senão teríamos uma calamidade.
- Uau. Segurança máxima, então.
- Sem dúvida. Próximo item?
- Escute, eu tenho uma pergunta. Eu analisei todos os fluxogramas, mas ainda não entendi para que serve esta instalação.
- Jura?
- Sim…você usa diversos equipamentos que eu nunca vi na vida, e eu trabalho com plantas industriais há vinte anos. Por exemplo, para que serve o Transmogrifador?
- Ah, bem…
- E esse tal de capacitor de fluxo? Eu nem sabia que dava para acumular fluxo!
- Eu sei! Fantástico, não?
- Redutor sônico, Motor de Improbabilidade Infinita…
- E não se esqueça do Motor Bistrômático!
- Enfim, pra que serve tudo isso?
- Ok. Bem…Nosso objetivo é ressuscitar Joey Ramone.
- Ah…sério?
- Sim.
- Jura??
- Sim!
- Mas então, o que vocês estão esperando?

Joey Ramone, meu guru espiritual

Joey Ramone, meu guru espiritual

O Rei Lich

Saiu o “trailer” do World of Warcraft: Wrath of The Lich King!  (Bom, esse post não vai fazer o menor sentido se você não faz menor idéia do que seja World of Warcraft, ou pelo menos Warcraft. Sorry =(. Mas, olha, se você clicar na imagem do sujeito mal encarado ali embaixo, vai poder assistir um vídeozinho legal! Ok?)

Lich King no trono de gelo, em momento de descontração.

Lich King no trono de gelo, em momento de descontração.

Ah, os vídeozinhos CGs da Blizzard são os melhores, desde sempre. Diablo e Starcraft já tinham vídeos supimpas na época dos computadores pós-jurássicos (Pentium pra cima). Eu zerei Warcraft 3 e Frozen Throne só pra ver os vídeos depois de cada capítulo. Até os trailers dos jogos que ainda nem sairam são fodões. O que faltava no World of Warcraft eram CGs com história…o do Burning Crusade foi legal, mas esse novo é…é…fodástico. O voice-over do falecido rei de Lordaeron, enquanto o Arthas, ex-príncipe e agora Rei Lich, se levanta é foda foda foda. Emofionante ver todos os ensinamentos do rei serem subvertidos enquanto o Arthas levanta do trono de gelo pra liderar a Scourge mais uma vez. Legalzão o Arthas levantando o dragão-zumbi-vampiro-ninja e o exército de zumbis-vampiros-piratas se preparando pro pau. Mal posso esperar pra ver minha não-existente vida social ir de vez pro saco quando a expansão sair \o/!

Sobre Drogas Alucinógenas e Suas Aplicações Medicinais

Dinosaur Jr. – É sempre inverno na minha cabeça quando eu ouço Dinosaur Jr. Parece que eu tô usando uma blusa, calça de moletom, andando pela casa num fim de semana de manhã gelado. Ou então indo pra faculdade de mochila nas costas, subindo a avenida Brasil, numa das raras ocasiões em que Ilha Solteira ficava abaixo dos 20 graus. Perfeito pra induzir nostalgia e passar horas lembrando de coisas legais que já se foram. “I ain’t tellin’ you a secret, I ain’t tellin’ you good…”

They Might Be Giants – Minha nova droga favorita. Perfeito pra pessoas que se sentem vivendo com 2 segundos de atraso da realidade, com problemas de sintonia com o resto do universo, e que acha isso ótimo. Ouvir os dois Johns é como dar LSD pra um esquizofrênico, é o equivalente musical de uma overdose de desenhos animados. “They want what they’re not and I wish they would stop saying, deputy-dog-dog-a-ding-dang-depadepa!”

Pearl Jam – Por um tempo eu achei que meu vício mais antigo não fizesse mais efeito – muita exposição, muito uso, exagero demais, talvez eu estivesse imune. Nada. Foram só umas férias – três dias em reclusão, mergulhando fundo, engolindo palavras, meu rosto, minha respiração, até emergir e então…“Here’s a token of my openess, of my need to not…disappear”

Oasis – O Britpop foi uma grande encenação, uma grande farsa de moleques ricos brincando de fazer arte. Até chegar o Oasis, um bando de pobretões sujos e safados, e mostrar do que é feito o rock. Uma droga sintética falsificada, sons meticulosamente planejados para agradar as multidões, homenageando o passado e o copiando descaradamente, sem vergonha de ser falso, montado, uma encenação completa, e totalmente autêntico. Rock comercial deveria ser assim. “We lived in the shadows, and we had our chance and threw it away.”

Buffalo Tom – Ah, os pró-depressivos. Nunca fui muito com a cara de bandas deliberadamente depressivas, tipo Cure, mas Buffalo Tom é diferente. Não é que tudo seja uma droga, não é que tudo esteja perdido – é que as coisas nunca saem como a gente quer, e todas essas coisinhas acumuladas vão pesando. E não é como carregar o peso do mundo, é mais como um saco de supermercado – não atrapalha, mas é um saco andar com ele por aí. “One side said north, one side said east, so I went south!”


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Olimpíadas 2.0

Eu nunca entendi direito essa história de esporte. A primeira vez que joguei bola no prézinho, os moleques do meu time gritaram comigo porque eu não sabia pra que lado era o gol. Mais tarde, nas aulas de educação física, eu sempre era o penúltimo a ser escolhido: o último era um guri que todo mundo achava que era bicha, mas um dia ele mostrou que sabia jogar bola e então eu passei a ser o último. O grande momento do meu colegial foi quando eu descobri que podia dizer que tava doente ou machucado pra não fazer educação física. Enfim. Aqui vão algumas idéias de esportes pra quem odeia esportes, pra quem acha que as olimpíadas seriam muito mais legais se tivessem torneios de Starcraft e Counter-Strike.

Torneio de Guitar Hero – Começaria com provas individuais em que os competidores tocariam suas músicas favoritas e seriam julgados por um comitê composto de Slash, Eric Clapton, Jimmy Page e Bruce Dickinson (pra julgar o nível de trööísmo dos atletas). Os dez sobreviventes competiriam entre si no melhor estilo dois-homens-entram-um-homem-sai, até que só sobrassem dois competidores. Esses dois se enfrentariam tocando Freebird no nível expert, modo de batalha, para um estádio lotado. O campeão ganharia a medalha de ouro e a oportunidade de vestir a cartola do Slash por meia hora.
Recuperação de Sistema Operacional – Os competidores recebem um computador Pentium 3 500 MHz, 64MB de RAM com problema de mal contato, placa mãe PcChips com bateria descarregada, HD de 20 gigas com 379 setores corrompidos, com o Windows XP Starter (Service Pack 0) instalado, com o registro corrompido e com 30 megas livres. O drive de CD não abre, a porta USB está com mal contato, e o mouse de bolinha está sujo. Placa de rede queimada, mas o modem de 14k funciona quase sempre. Esse computador foi deixado durante um mês em uma lanhouse no centro da cidade, sem firewall, sem antivírus, sem antispyware, sem firefox, sem thunderbird. Os competidores tem duas horas pra fazer o  PC iniciar o windows sem nenhum vírus ou malware, conectar na internet e procurar por “foto da perna mecânica do Roberto Carlos” no google (não é necessário encontrar a foto). E não vale formatar a máquina.

Sobrevivência no Street Fighter 2 - O competidor escolhe um personagem para o resto da disputa. A barra de vida não se enche no final da luta. Os oponentes vão se tornando mais difíceis progressivamente: A.I. do jogo no modo médio, A.I. do jogo no modo hard, moleque que vai na locadora todo dia jogar, office-boy que gasta todo o salário no fliperama, japinha que só joga Street Fighter o dia todo em casa, coreano campeão internacional de Street Fighter, mano suspeito que praticamente mora no fliperama e que finge que não sabe jogar pra arrancar ficha da molecada. Quem chegar mais longe, ganha a medalha de prata. Quem ganhar do mano de fliperama ganha a medalha de ouro e uma ameaça de morte.

Busca no Google
– Os competidores recebem um tema – por exemplo, “foto da perna mecânica do Roberto Carlos” ou “”- e tem meia hora para encontrar a informação. Ganha pontos quem achar a informação primeiro, ganha pontos quem achar a informação com a frase mais simples, ganha mais pontos quem conseguir achar a informação só olhando para o browser.

Nerds, geeks e dorks

Momento Capricho ON: Quer saber se você é um nerd, um geek ou só um panaca genérico? Clique no link abaixo e descubra!

OH HAI EU SOU UM LINK KTHXBYE

Explicando pros leigos que não sabem (ou pra quem tem uma vida): nerd é o cara é fissurado/bitolado em estudar ou é tarado por alguma ciência seja ela qual for; geek é o cara fissurado ou bitolado em algum assunto, geralmente algum aspecto da cultura popular; e dork é o cara socialmente inepto, ou seja, é um panaca genérico. Na verdade, todo nerd é até certo ponto um geek, todo geek é até certo ponto um nerd, e são todos panacas. Existem vários casos de pessoas inteligentíssimas e absurdamente CDFs que nem sabem quem é o mestre Yoda, assim como existem vários casos de pessoas que conseguiriam escrever uma enciclopédia sobre Star Trek mas que não conseguem nem fazer 2 + 2 de cabeça. O ponto comum é que são todos panacas! (Tá, claro, nem todos são panacas. Existem vários casos de nerds e geek socialmente aptos, que tem vidas reais, com amigos de carne e osso, e (segundo a lenda) com namoradas de verdade.

Uma das coisas legais do teste ali em cima é que ele indica os percenturais de cada um. Meus resultados foram (acho) 40% nerd, 39% dork e 70% geek. Claro que eu menti pra tentar forçar o teste pro meu lado, mas eles já contavam com minha astúcia: no finalzinho perguntam se você tentou prever quais respostas aumentariam quais percentuais, e se tentou manipular suas respostas pra aumentar um determinado percentual. Mas é bem isso: eu odeio estudar, não tenho o mínimo de concentração necessária pra passar mais de algumas horas sentado estudando, mas tenho a sorte de conseguir entender as coisas com certa rapidez e foi isso que me salvou durante a faculdade (isso e as assinaturas do Omelete e do Songa, senão eu teria bombado todas as matérias por falta, mas não toquemos nesse assunto). Entretato eu posso passar dias lendo um site wiki sobre Star Wars ou Muppets, sei de cor toda a genealogia do Condado, lembro todas as letras do Pearl Jam (b-sides, covers e singles de natal inclusos), consigo lembrar da identidade secreta de grande parte dos heróis da DC e da Marvel…e mais um monte de cultura inútil que não vem ao caso agora. E quanto a inaptidão social…ha, melhor nem mexer nesse vespeiro.

*Na verdade, nerds, geeks, dorks e todo mundo no mundo inteiro são todos panacas. Já disse bom dia pro panaca que existe dentro de você? Já? Tsc tsc…panaca.

Casa Nova

E aqui estamos,transferência completa, tudo no lugar! Achei que fosse dar mais trabalho, mas na verdade foi bem simples. Tipo, como eu disse lá no CG “antigo”, eu não esperava. A idéia de ter um domínio própria sempre existiu, mas sempre achei besteira. Diariamente o Coisas Geek tem uma média de 15 visitas únicas diárias, das quais metade vem do google e metade são meus amigos. Não justifica, em teoria, um domínio só pra ele. Mas aí conversando com a Camila e falando sobre uma das minhas mirabolantes idéias de sáites que nunca saem do papel, ela me convenceu que era uma boa idéia. Primeiro, porque é mó da hora tem um endereço só seu na internet. Segundo, porque eu vivo falando em fazer alguma coisa na internet (a mais nova idéia é um “oráculo do rock”), e nada nunca sai do papel. Quem sabe com um site na mão fica mais fácil tirar a bunda do sofá e programar. Terceiro, porque nem é tão caro assim. 120 reais por ano, 10 reais por mês. É só ficar um dia por mês sem almoçar e pronto.

Registrei o site no sábado de tarde, e de noite já tava funcionando, tanto o provedor de armazenamento como o endereço. Ontem mesmo já consegui importar todos os posts do Coisas Geek “antigo” pra cá, e hoje eu arrumei o layout. O template do WordPress é bizarro, mas não tão bizarro quanto o do Blogger, então foi tranquilo fazer a adaptação. Ainda falta instalar um sistema de arquivos mais fortinho, arrumar as categorias, arrumar o feed (tá funcionando o padrão, qualquer problema me avisem), instalar o plugin do last.fm, e postar de vez em quando!

E é isso. Divirtam-se, criançada, cuz i’ll be having a whale of a time! =D