Como eu parei de me preocupar e passei a amar o Japão – parte 2

Homem-Aranha é sequestrado por típicos vilões de seriado supersentai, mas é resgatado por seu amigo, o Cowboy Violeiro. Após uma emocionante luta num barranco, com direito a passinhos de dança e rasteira do Blanka, Homem-Aranha foje em seu Carro-Aranha. O Inca Venusiano 3000 resolve ficar gigante. Homem-Aranha resolve chamar seu Robô-Aranha-Gigante. Usando a Gigântica-Espada-Aranha, Homem-Aranha perfur…digo, explode o Inca Venusiano 3000. Homem-Aranha e Cowboy Violeiro se despedem. Cowboy Violeiro sequestra uma criança e some na estrada. Homem-Aranha fica olhando para eles indo embora, pensando “PQP, lá se vai minha carona!”.

Tipo, essa história faz mais sentido do que toda a história do Mefisto-tem-uma-proposta-indecente. E é mais legal, porque tem robôs gigantes E um Cowboy Violeiro. Sério, porque o Homem-Aranha do gibi não tem um amigo Cowboy Violeiro?

3 thoughts on “Como eu parei de me preocupar e passei a amar o Japão – parte 2

  1. Alem de ser mais logica q a tal infame historia do Mefisto, a versão japonesa é mais fiél ao passado do homem-aranha do q as recentes historias da marvel em todos possiveis e imaginaveis sentidos. Sem contar todo o estilo da versão japonesa q a marvel nunca conseguiria emular.

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