Frak If You Do, Frak If You Don’t

- Ah é, eu tenho um blog!

- Battlestar Galactica: O episódio 11 foi ótimo, com o desfecho da chegada à Terra e uma dúzia de novos fatos inexplicados. O episódio 12 foi…meh, foi bom, mas só serviu pra adiantar a história e preparar terreno pro episódio 13. Agora, o episódio 13…meu amigo, o episódio 13…cara, o episódio 13 trouxe os culhões de volta pro seriado. Culhões, testículos, bolas, gônadas, ovos, containers de testosterona e hombridade. Tem culhão pra dar e vender, tem culhão idoso, tem culhão ciborgue, tem culhão feminino, tem até culhão de paciente terminal. Sabe quando a bunda cola na cadeira, seus olhos fixam-se na tela e você só mexe a boca? Seja pra babar, seja pra dizer “oooooh!”, seja pra dizer “masquetremendofilhodeumaputa!”, seja pra dizer “PORRA, CÊ TÁ BRINCANDO QUE ACABOU E EU VOU FICAR ESPERANDO UMA SEMANA POR MAIS UMA DOSE??”. O episódio 13 foi foda. E foi um prazer servir com você, meu velho amigo.

- Comecei a jogar Team Fortress 2, e tô achando extremamente legal. As nove classes são totalmente diferentes entre si, e todas são divertidíssimas de jogar: meu preferido no momento é o Pyro, um maníaco armado de lança-chamas. Pô, nada é mais lindo que dar a volta no mapa, chegar até o ninho dos snipers e preparar um belo assado australiano. Ou então pular no meio da base que tá sendo conquistada e começar a rodar a baiana on-fire. Ou ainda ver a cara de desespero do soldado quando aquele míssil que vinha direto pra sua fuça voa de volta pra fuça dele com uma bafada do lança-chamas.

- Ainda sobre Team Fortress 2: a arte e o design do jogo são fenomenais. A maioria dos FPS mantém aquele padrão escroto de cenários escuros, destruídos, abandonados e dilapidados, com os personagens que parecem ter saído de um gibi do Rob Liefield (sim, Gears of Wars, essa indireta foi direta pra você). Eu entendo que os FPSs tem todo o direito de querer manter essa imagem de machão, mas vá lá. Team Fortress é exatamente o contrário disso. A arte como um todo é limpa, sem excesso de detalhes, os mapas são bem-feitos e se preocupam mais em serem jogáveis do que testar todo o poder de fogo da placa de vídeo. E os personagens são fenomenais, cartunescos e criativos, fugindo daquela velha história do Badass Motherfucker. Tem o Sniper, que é um velhinho australiano, o Scout que é um moleque magrelo; o Pyro, que parece ter escapado do Asilo Arkham, e tem até o médico com seu penteado Vaca-Lambeu. Nota 42 em estilo pra todo mundo.

- Só fechando os FPSs: Aliás, esses jogos que tem Badass Motherfuckers como personagens principais não estão com nada. Sou muito mais o Dr. Gordon Freeman com seu inseparável pé-de-cabra do que todo o elenco de Halo, GoW, Doom, Quake, Unreal e o caralho à quatro. (Note que não estou incluindo o Duke Nukem nessa lista. Sim, o Duke é um Badass Motherfucker, mas ele é um Badass Motherfucker que tem estilo. Se Gordon Freeman e Duke Nukem se encontrassem, eles provavelmente se uniriam pra chutar bundas de alienígenas.)

- Só fechando sobre o Gordon Freeman: Já perceberam que quanto menos o herói do jogo fala, mais legal ele é? Por exemplo…Gordon Freeman! Nem uma palavra durante o jogo, e você sabe que pode contar com ele e seu pé-de-cabra para o que for. Quer outro exemplo? O Crono! Enquanto todos os outros personagens matracavam ao redor dele, Crono dialogava com seus botões e já pensava em um jeito de derrotar o terrível Lavos. Quer mais um exemplo? …não lembro. Fiquem só com esses por enquanto.

- Só pra fechar com mais uma frase foda de Battlestar Galactica: “Eu quero que vocês entendam uma coisa! Se vocês forem em frente com isso, não haverá perdão. Não haverá anistia. Esse garoto…morreu honrando seu uniforme. E você…vai morrer sem nada.”

Coragem é…

…jogar Crayon Physics no trabalho e não estar nem aí pra bagaça.

(Tudo bem que está na hora do almoço, meu chefe viajou e o projeto tá quase no fim. O importante é o SIMBOLISMO do ato.)

Crayon Physics é um jogo MUITO DA HORA, cuja demo pode ser baixada nesse site aqui, e cuja versão completa você pode baixar no torrent comprar via internet. Não vou perder tempo descrevendo o gameplay, mas proponho um desafio: zerar todos os mapas usando dinossauros. Vale qualquer espécie, de qualquer período, vale até dinossauros imaginários, mas o importante é fazer a bolinha chegar na estrela usando SOMENTE dinossauros.

Sobre o Obama, claro

Se você se emocionou todo com o discurso de posse do Obama, se você lutou contra as lagriminhas que insistiam em sair de seus olhos enquanto o homem que representa o fim do medo e a chegada de uma nova era discursava para uma nação necessitada de sonhos e esperança, se você mesmo por alguns instantes se sertiu orgulhoso de ser um americano mesmo sendo um brasileiro, se você sentiu vontade de levantar da cadeira e gritar “YES, WE CAN, OBAMA, YES, WE WILL!!!!!!1″ para logo depois desabar numa crise de choro feito uma manteiga derretida…

…Então você é uma mocinha. Como eu :~.

Yes, we can!!! rsrsrsrs

Yes, we can!!! rsrsrsrs

Se você não se interessou pelo discurso do Obama, acha uma tremenda viadagem esse pessoal pagando pau pro cara, ainda mais quando o cara não é nem seu presidente…

…Então você não tem coração :~. Você pode até estar certo, mas isso não muda o fato que você tem um vazio dentro do peito, preenchido por tristeza, mágoa, dor e desespero. Seu emo. Sem coração.

Mas o fato é que Obama não chegou aonde chegou sem um guia, sem um ideal, sem um modelo para seguir. A verdade é que Obama não seria hoje presidente do mundo dos EUA se não fosse…Black Dynamite!

Sobre o Fim da Blogosfera

“…e eles vão arruinar o rock’n'roll e estrangular tudo que a gente ama nele. Eles estão tentando comprar respeitabilidade para uma mídia que é gloriosamente e corretamente idiota. Você é esperto o bastante pra saber isso. O dia que deixar de ser idiota, é o dia em que ela deixa de existir. Certo, e então ela se torna a indústria do “legal”. Eu tô te dizendo, você está vivendo em uma época perigosíssima para o rock’n'roll. A guerra acabou. Eles venceram. 99% do que é vendido como rock’n'roll hoje em dia…silêncio consegue ser mais interessante.” – Lester Bangs, no filme Almost Famous

Esse post começou a surgir na minha cabeça enquanto eu respondia um tópico lá da comunidade “Fim da Blogosfera”. Era mais ou menos uma discussão sobre um blogueiro qualquer X, que recebe um celular Y da empresa Z, e sobre como ele deve fazer a  resenha desse aparelho de forma ética, sem omitir a verdade nem para agradar a empresa Z e nem fazer média com seus leitores. Mas uma coisa me incomodava enquanto eu digitava minha resposta. E por um segundo eu parei de digitar, e a coisa que me incomodava tomou forma de frase: é mesmo dever de um blog fazer resenhas de celulares? Vocês querem mesmo que os blogs façam o serviço de publicitários, jornalistas, resenhistas, o que seja? Temos mesmo que ficar se preocupando em agradar e não ofender a agência Z, a empresa X, os leitores Y? Quando é que a internet virou um escritório de trabalho, meu Ceiling Cat??

Eu comecei lendo blogs em 2003, e nunca mais parei. Acho que setenta por cento do tempo que eu passo na internet é lendo blogs. Se não me falha muito a memória, o primeiro blog que eu li foi o Ctrl + Alt + Foda-se, do Xixa. Eu já tinha ouvido falar desses tais de blogs, sabia que eram espécies de diários virtuais, mas e daí? Qual era a graça? Lendo o blog do Xixa eu entendi qual era a graça: escrever qualquer merda que você quisesse, a qualquer momento, sobre qualquer assunto, e jogar na rede pra quem quisesse ler. Eu devo ter lido todos os arquivos em uma madrugada ou duas; quando terminei, imediatamente comecei a procurar por outros blogs pra ler. E eu tive sorte, porque essa foi a época de ouro dos blogs brasileiros. Tudo era novo, tudo era possível,e tinha MUITA gente boa escrevendo. Fale com Deus, Sutil como um Paquiderme, Não Vá Se Perder Por Aí, Utopia Dilucular, Jesus Me Chicoteia, De Que Jeito, Gravataí Merengue, Eu Diria Que, só pra citar os mais conhecidos. Toda hora tinha post novo, toda hora tinha alguém falando alguma coisa que, por mais imbecil e inútil que fosse, era divertida e criativa. Tinha o blog de deus, que morava no Rio de Janeiro com seu filho maconheiro. Tinha um blog dedicado a escrotizar a bíblia. Tinha até blog sobre pão com manteiga na chapa. As pessoas escreviam as coisas só pelo simples prazer de escrevê-las. Só porque ninguém tinha pensado nisso antes. Só porque deu vontade, o computador tava ali perto, e porque não?

Se tem uma coisa que faz falta nos blogs hoje em dia, é esse danado do “e porque não?”.

Entre nos blogs de maior sucesso hoje em dia, e talvez você entenda o que eu quero dizer. Boa parte dos blogs se dedicam a retransmitir vídeos engraçados, imagens bizarras, notícias curiosas e coisas do gênero. O conteúdo autoral é quase nulo, raramente existe uma elaboração maior do que “Veja essa foto bizarra!” ou “Esse vídeo me fez mijar na cadeira!”, e eu acho interessante que ninguém tenha contado pra essa galera que o Digg já faz esse trabalho de retransmitir links automaticamente. Também existem os blogs de tecnologia que, salvo raras e boas exceções, simplesmente traduzem e copiam as notícias dos sites internacionais especializados no assunto. São raros os blogs de tecnologia que dão sua opinião sobre as notícias que estão veiculando, são ainda mais raros os que perdem tempo discutindo o que está acontecendo. Também existem os metablogs, blogs dedicados a falar de…blogs. Eles surgiram como consequência da tal “profissionalização” dos blogs, e falam sobre ad-sense, SEO, publicidade em blogs, ações publicitárias e coisas do tipo. Como praticamente todo mundo quer dinheiro fazendo muito pouco, esses blogs foram responsáveis pelo surgimento de MUITOS blogs de retransmissão de notícias e/ou coisas engraçadas. Como existe algo chamado “lei da oferta e da procura”, acabou que ninguém lucrou porra nenhuma.

E esse é basicamente o cenário da tal “blogosfera” hoje em dia. Há quem diga que estamos sendo saudosistas, e acho que estamos mesmo. É errado ter saudade de algo que era bom? É errado querer qualidade e criatividade?  É errado querer defender uma mídia que tem potencial pra ser algo fodasticamente fantástico, e que vem sendo esculhambada por mercadores a troco de “300 a 1000 reais” por mês? Eu preferia a época em que se falava mal ou bem de um produto ou uma marca, e ninguém nem cogitava a possibilidade de você estar sendo pago pra isso. Eu prefiro ler uma história sobre Deus, Jesus e um mamute em um apartamento no Rio, do que ver 100 vídeozinhos engraçados no Youtube. Pouco tempo atrás um vídeo do Ian Black dançando “She’s a Maniac” correu a rede, por causa de uma promoção de não-lembro-qual-produro, e eu lembrei dos tempos que o Moskito postava vídeos de “Salto em Cadeira” só porque ele achou uma boa idéia fazer um vídeo de salto em cadeira.

Na internet de hoje tudo parece ter um motivo, tudo parece ter um interesse. Pessoas não falam mal de marcas ou produtos, ou não falam palavrões ou termos-tabu (tipo, sei lá, necrofilia) pra não ofender alguma agência ou ser bloqueado pelo ad-sense. Pessoas colocam links em blogs não porque gostam do blog, mas pelas visitas que aquele link vai gerar. Pessoas escrevem posts pra chocar, porque sabem que choque gera burburinho que gera links que geram ranking no technorati e em outras ferramentas (claro que sem palavrões, senão o ad-sense fica bloqueado). Publieditoriais, parcerias, SEO, rankings, otimização de buscas…tem todo um vocabulário, tem toda uma profissionalização à caminho. E quando chega a profissionalização, vai embora a essência.

Após uma discussão entre o Cardoso e o Gravataí lá no Simviral, o Cardoso disse em seu twitter algo do tipo “Me desculpem por estar ganhando dinheiro com seu hobby”. O problema não é ganhar dinheiro, o problema não é tirar seu sustento do blog. O problema é COMO você faz isso. O problema é você ganhar dinheiro usando o meu hobby como BOSTA. O problema é neguinho se achar o porta-voz da nova mídia só por ter ganhado uns trocados das agências. O problema é ver um monte de gente nadando na merda e achando que tá arrasando. O problema é ver os blogs, que eram tão divertidos e não deviam porra nenhuma pra ninguém, irem se transformando em jornais antiquados e de rabo preso, e os blogueiros responsáveis por isso achando que estão fazendo a coisa certa!

Agora, esse pessoal não vai desistir, esse pessoal não vai embora. As palavras de Lester Bangs ecoam através dos anos, só mudou a forma de expressão. A boa notícia é que, assim como o rock conseguiu sobreviver, os blogs sobreviverão. A idéia por trás dos blogs – um cara escrevendo que diabos lhe der na telha – é boa demais para morrer. Toda a liberdade de expressão que os blogs trouxeram, seja pra dar relatos diretos da guerra de Gaza, seja pra fazer review de pão com manteiga na chapa, é algo que não pode ser mais perdido. Sempre vai ter alguém querendo falar bobagens, sempre vai ter alguém achando que suas idéias são boas o suficiente para serem jogadas na rede, sempre vai ter alguém com coceira na mão pronto pra digitar e apertar publish. Viu um filme e achou legal? Posta no blog. Jogou um jogo e achou uma merda? Posta no blog. Teve que levar a avó no hospital e quer contar como foi? Posta no blog. Teve uma idéia genial do que aconteceria se o Lanterna Verde tivesse um filho com o Batman? Posta no blog. Talvez esses caras não se tornem conhecidos na meritocracia informal da internet, mas a meritocracia informal da internet que lamba minhas bolas. São esses caras que fazem essa história de blogs valer a pena. Mesmo que eles ainda escrevam como se estivessem em 1998 =).

Dois Livros

On Stranger Tides – Tim Powers. Piratas, zumbis e vodu. Se você acha que estas três palavras vão tão bem juntas quanto coca-cola, cheetos e videogame, então esse livro é pra você. Jack Shandy planejava ir para Cuba reaver a fortuna roubada de seu pai, mas não esperava ser sequestrado por piratas, nem mesmo se tornar um deles, e nem mesmo ir com eles para a Fonte da Juventude, um lugar aonde morte e a vida são meros pontos de vista. Como diria o narrador do comercial da Sessão da Tarde, é aventura do começo ao fim. Tim Powers é um escritor que tem uma fórmula: ele pega fatos históricos aparentemente desconexos e une eles de forma fantástica, contando sua história nas margens e beiradas desses fatos. Em Stranger Tides ele pega um fato real e bizarro (o cerco que Barba Negra fez à uma cidade americana, em troca de um baú cheio de…remédios ) e um fato lendário (a busca da Fonte da Juventude por um explorador espanhol), e junta eles para contar a história de como os piratas do caribe usavam vodu a torto e a direito, e de como Barbanegra foi o mais poderoso feiticeiro que já pisou na Terra. Aliás, o filme “Pìratas do Caribe” devia ter se inspirado nesse livro. Tem diversas partes que ficariam simplesmente fantásticas em um filme, como a jornada até a Fonte, o fodástico duelo de navios-fantasma, Barbanegra desafiando os loas…Enfim, Stranger Tides é MUITO bom. Não é um livro profundo que vai mudar sua vida, mas é um livro que prende sua atenção do início ao fim, e no final te deixa com vontade de ser um poderoso pirata vodu.

The Scar – China Miéville. De certo modo, The Scar também é um livro sobre piratas. O cenário do livro é uma cidade flutuante construída sobre centenas de navios roubados, e os protagonistas são reféns de um destes navios. Para evitar que as grandes nações saibam da existência da cidade, e também para prover uma população para ela, nenhum dos reféns pode ir embora dela. As alternativas são afogar no oceano ou recomeçar suas vidas do zero. Ambos os protagonistas “escolhem” recomeçar suas vidas, mas suas atitudes são bem diferentes: enquanto Bellis odeia e abomina a situação em que vive, Tanner Sack abraça a cidade e o oceano que o acolheram após uma vida de escravidão. E a partir daí a história do livro começa a se desenvolver. Bellis se alia com um espião com uma mensagem importantíssima para entregar, Tanner modifica seu próprio corpo para poder domar o oceano, e juntos eles descobrem o objetivo real dos Senhores da cidade flutuante: invocar uma criatura mítica, gigantesca, capaz de movimentar as centenas de barco de Armado sem esforço algum. Acho que eu já disse em outro post que eu gostaria MUITO de jogar RPG com o China Miéville. O mundo que o cara constrói é fabulosamente insano, incrivelmente detalhado. As diferentes espécies de habitantes da cidade, os conceitos e ciências que ele inventa, os cenários, as situações…foda foda foda. The Scar é um livro sobre cicatrizes – seja as cicatrizes na alma de Bellis, as cicatrizes nos pulmões de Tanner, as cicatrizes nos rostos dos Amantes que dominavam Armada, ou ainda a Cicatriz que dá nome ao livro. No final, como diz o médico de Tanner, são as cicatrizes que nos fazem inteiros novamente.

Fim da Saga

*Consultório do podólogo

- Então doutor, eu tô com uma unha do pé encravada.
- Ah sim, tá dando pra ver…

A unha encravada, em momento de descontração

A unha encravada, em momento de descontração

- Hmmm, interessante, o xenomorfo parece ter sangue ácido…
- OI???
- Tô falando pra você tomar cuidado com o curativo na hora de tomar banho.
- Ah sim…
- E passa álcool iodado algumas vezes durante o dia.
- Ok…
- E se não cicatrizar até segunda, você liga nesse telefone e diz que é urgente.

Unha, a Oitava Passageira

- Dr. Scholl Podólogos, boa tarde!
- Boa tarde, eu queria marcar uma consulta.
- Pois não, qual o dia?
- Tem horário no sábado?
- Tem sim, 8 e meia, 9 horas, 9 e meia…
- 9 horas tá beleza. Ah, uma dúvida…
- Pois não?
- É que eu nunca fui num podólogo…vocês tiram unha do pé encravada, certo?
- Sim…ela tá inflamada?

Hmmm…boa pergunta. Melhor olhar pra unha antes de responder:

- Ah, só um pouco…
- Ah, tudo bem então, pode vir aqui no sábado que a gente dá um jeito!