Posts de fevereiro, 2009

A Balada de Sir Frog

sábado, fevereiro 28th, 2009

Meu irmão tinha feito um avatar do Robô do Chrono Trigger pra ele, e eu fiquei morrendo de inveja. Resolvi fazer um pra mim, que ficou assim:

Momentos depois de instalado o avatar, a seguinte conversa sucedeu-se. Meu irmão é o Andalusi, eu sou o Sir Frog.

Andalusi: o seu Frog ficou feio :P
Andalusi: nao ficou tru
Andalusi: eu nao sinto os pixels
Sir Frog: ….
Sir Frog: thou art most incovennient!
Sir Frog: me faz um então, viado!
Sir Frog: mas tem q ser com a masamune
Andalusi: off I go then….
Sir Frog: go peon, go!
Andalusi: work work
Sir Frog: só de olhar pro sprite table do frog
Sir Frog: eu já comecei a assoviar a musiquinha xD
Andalusi: character design foda é outra coisa
Sir Frog: heheheehhe
Sir Frog: pode me chamar de Sir Frog agora
Sir Frog: cade minha foto?
Andalusi: 1 segundo
Sir Frog: tsc tsc
Andalusi: aguardando destinatario
Sir Frog: …
Sir Frog: é, admito q agora sinto os pixels
Andalusi: aaaah
Andalusi: agora sim
Sir Frog: agora sim XD
Sir Frog: uau q foda XD
Sir Frog: q vontade de…de…de salvar a Queen Leene!
Andalusi: aqueles pixels foram colocados um a um ali com muito amor
Andalusi: dar antialiasing neles é crime

Carnaval? Que carnaval?

terça-feira, fevereiro 24th, 2009

Aaaaah, é carnaval! Época de festa, diversão, animação, curtição, uhuuuw!? Claro! ….Que não! Saca só a programação de carnaval daqui de casa:

  • Death Note: dica MAXIMUM P-E-R-F-E-C-T-O EST da dona Elu! O pobre Shinigami estava de saco cheio de não fazer nada no Reino dos Mortos, e resolveu jogar seu caderno-da-morte na Terra pra ver o que acontecia…mas não contava que o novo dono do caderno seria um maluco megalomaníaco com ímpetos genocidas e sede de dominação global ^^! É claro que para caçar um maluco de pedra é preciso de outro maluco de pedra, e é aí que entra o inspetor Closeaut misterioso “L”.
  • Monster: anime do Naoki Urasawa, também autor do melhor-mangá-já-feito 20th Century Boys. Monster segue o mesmo estilo gato-e-rato de Death Note, mas sem os aspectos sobrenaturais. Aqui o caçador é o Dr. Tenma, que há 10 atrás salvou a vida de um menino, sem saber que hoje esse menino se transformaria em um assassino monstruoso. Agora ele precisa encontrar o Monstro, antes que o Monstro o encontre. Só assisti até o segundo episódio (mas li um pouco mais no mangá), mas pelo Urasawa eu boto a mão no fogo: a outra série dele, 20th Century Boys (que está sendo agora adaptada para o cinema) é simplesmente fodástica…ou pra usar um termo que aprendi esses dias, g-e-n-i-a-l!
  • Zack and Miri Make a Porno: filme novo do Kevin Smith, e tudo que eu sei é que conta a história de dois amigos quebrados que resolvem fazer um filme pornô caseiro pra pagar as contas. Não me atrevi a ler nenhuma crítica, tô indo com a cara e a coragem assistir assim que terminar esse post. Tem o Kevin Smith na direção e no roteiro, tem o Seth Rogen e a Elizabeth Banks como protagonistas, tem até o Jason Mewes não-fazendo o Jay…se for bom, eu conto pra vocês.
  • Programando meu próprio Metroid: Sim, a luta continua: Enrique contra a programação de jogos em Python. Cara, meu personagem já pula! É FODA! Eu sabia que todas aquelas aulas de Física e Geometria Analítica na faculdade iam servir pra alguma coisa! Ainda não tá legalzinho, e eu acho que preciso simplificar o código, mas vamquevamo…

Nightswimming

terça-feira, fevereiro 24th, 2009

- E aí, ela disse alguma coisa?
- Disse sim. Ela disse que não era impossível. Mas era bem improvável.
- Ah – disse eu, tentando entender exatamente o que ela queria dizer. Eu ainda tinha uma chance então?? Hmmm, acho que não. É, não mesmo.
- Cê tá legal, Frodo?
- Hmmm.
- Vambora, vamo andar um pouco.

E eu segui o Esponja, ainda fazendo cálculos probabilísticos e estatísticos, tentando achar aonde foi que eu errei. A rejeição oficial tinha sido semanas atrás, mas o bom cego jamais quer ver. Hoje eu olho pra trás e…coitada da menina, só faltou mandar fazer uma camiseta “FORA FRODO”, e eu não percebia. O Omelete dizia que “a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional”, e eu optei pelo sofrimento extra, com batatas fritas grande e maionese no capricho. Mas as novas do Esponja botavam uma mais outra pá de cal na questão, e eu imagino que desisti logo em seguida. (Hmmmm, na verdade não, pensando bem. Mas para efeitos práticos, consideremos que sim)

E lá fomos nós, um hobbit de coração partido e um Esponja tentando dar conselhos. Eu queria dizer que o Esponja naquela noite disse alguma coisa, um conselho ou uma pérola de sabedoria, que hoje eu guardo pra sempre e escrevo nas agendas e no perfil do orkut, mas se ele disse algo realmente foda, eu me esqueci. Mal ae, Esponja. Acho que a gente acabou conversando sobre RPG, ou Counter Strike, não lembro bem.

Na alameda Paraná existe o Bar do Pingo, uma quadra antes do parque das Araucárias. Virando a esquina você entra numa das ruas sem nome que separam os passeios de Ilha Solteira, e seguindo por essa rua você chega no limite entre os passeios do Paraná e os passeios do Rio Grande do Sul. (Provavelmente você não sabe, mas um passeio é um conjunto pequeno de quadras). Esse limite é feito por quadras de gramados e parques – não quadrinhas de avenidas, mas quadras mesmo, quarteirões de gramados. E seguindo em frente você chega no Rio Grande do Sul, aonde ficam os passeios mais “nobres” de Ilha Solteira. Casas bonitas, ruas largas, praças bem cuidadas, lugares arborizados. Eu e o Esponja vivíamos vagando por esses cantos – quase sempre de noite, volta e meia com mais alguém, mas a idéia era conhecer os cantos de Ilha Solteira que ninguém conhecia. Na verdade a idéia principal era conversar – conversar muito, sobre qualquer coisa, sobre garotas, sobre pés-na-bunda e não-pés-na-bunda, sobre a faculdade, sobre nossos amigos, sobre a faculdade, sobre o futuro, sobre whatever.

A lembrança da rejeição foi embora, e quase nada sobrou. Foi um saco, sem dúvida, mas não sobraram detalhes nem nada. Do que eu me lembro mesmo são das ruas escuras, do vento frio vindo do rio, da luz esquisita das lâmpadas de mercúrio, das pracinhas inesperadas, das divagações cretinas e das risadas interrompendo o silêncio da noite. E é tudo que importa, afinal.

Galactica e Snow Crash

quarta-feira, fevereiro 18th, 2009

- Sobre o Episódio 15 (16?) de Galactica: Ah, finalmente, revelações! SPOILER ALERT MODÁFUCKERS Gostei da Ellen como mãe dos Cylons…será que ela foi humana um dia? Será que os outro quatro também foram? Será que eles ainda sabem recriar a tecnologia da ressureição? E o Saaaaam!?? Também foi legar terem mostrado o ponto de vista do John, revoltado por ter sido criado cheio de imperfeições. E legal a Boomer ter escolhido salvar a Ellen =D. Ah, mas o melhor de tudo foi o Chief ter voltado a ser Chief! E a Galactica vai sobreviver! (Claro que no próximo episódio todo mundo vai voltar a se foder, provavelmente. Mas aproveitemos os momentos bons enquanto eles durarem, né?)

- Sobre Nevasca: Ainda não acabei, mas faltam só umas 100 páginas. Adorei o estilão do Neal Stephenson! Vírus de computador afetando o mundo real, países transformados em corporações, corporações que viram países, a Máfia entregando pizzas na hora ou seu dinheiro de volta, um vilão que anda por aí com uma ogiva nuclear na garupa da moto. Por ser um livro pré-internet, achei que muitos conceitos iam me parecer datados, mas o cara mergulha fundo e sem dó na maionese. Fora a discussão conceitual histórico geográfica computacional blábláblá, que também é foda! Quem diria que os sumérios falavam em Assembly?

Wabi-Sabi

terça-feira, fevereiro 17th, 2009

Tem um termo em japonês, “Wabi Sabi”, que descreve uma beleza imperfeita, impermanente e incompleta.  É um padrão de beleza centrado na aceitação de que nada na vida é permanente: nada dura para sempre, e nada é realmente perfeito. Wabi Sabi valoriza as coisas simples, as casas marcadas pelo tempo, os objetos de uso diário e constante, construções cobertas por musgo, as rachaduras no concreto e os machucados na madeira. É um tipo de beleza silenciosa, que não salta aos olhos mas atrai a mente, ou melhor, atrai a saudade e as memórias. Um termo, também em japonês, que tenta explicar wabi-sabi é “natsukashii furusato”, que traduzido vira “uma velha memória da minha cidade natal”. Apropriado.

E eu sempre procurei por esse termo. Sabe quando acaba de chover, o céu ainda está fechado e o Sol não dá sinais de aparecer? O cheiro de chuva ainda está presente no ar, junto com a água que deixa a paisagem inteira molhada. As imperfeições nas casas saltam a vista, as pedras na calçada parecem ter milhares de anos, a tinta das paredes escurece e envelhece, as plantas e a grama parecem ganhar vida, os sons se tornam mais quietos e suaves. É como se tudo envelhecesse, como se o espírito das coisas se tornasse mais presente, como se o universo parasse pra se lembrar de alguma coisa, e sorrisse por alguns instantes. Também sinto isso nos dias frios e ensolarados(raros lá em casa, inexistentes aqui), e também em determinados lugares. É como se uma memória antiiiiga despertasse, mas não aparecesse claramente. Eu sempre adorei essa sensação, e eu sempre procurei um nome apropriado pra ela. Nostalgia? Saudade do que não foi? Viadagem? Enfim.

E então eu descubro que os japoneses já tem um nome pra isso. “Wabi Sabi’. Hmmmm….

Sobre Jogos

quinta-feira, fevereiro 12th, 2009

Trechinho da entrevista com a equipe responsável pelo MMORPG nacional “Shadow of Light”, que saiu lá no Continue.

“» Lef: E o conceito do jogo? Como foi iniciado o desenvolvimento e por que vocês escolheram trabalhar em um MMO medieval com visual de animê?

Heitor: Após uma grande pesquisa de mercado, percebi que a melhor opção para o primeiro projeto de uma empresa de games, com target brasileiro, deveria ser impreterívelmente trabalhar na produção de um MMO, pela imensa pirataria existente no país. (…)

O fato de ser um MMORPG ocorre pela grande aceitabilidade dos jogadores pelo mundo com o RPG, seja ele online ou offline. O visual anime foi proposto devido à grande febre existente pelo mundo, inclusive no Brasil. É uma estratégia mercadológica, ainda mais por sabermos que jogos de grande sucesso usam esse estilo visual, além de atingimos públicos de diversas faixa etárias. Já o tema medieval foi escolhido basicamente pela imensa liberdade criativa para bons enredos e por ser muito bem validada no mercado de MMORPGs com os maiores nomes do mercado.

Toques de fantasia e mitologia grega foram inseridos nesse universo para enriquecer ainda mais a temática. (…)”

Hmmm. Obviamente, eu posso (e devo) estar falando besteira, mas só essa resposta inicial já me desanimou. “Após uma grande pesquisa de mercado…”, “O fato de ser um MMORPG ocorre pela grande aceitabilidade dos jogadores…”, “O visual anime foi proposto devido à grande febre existente pelo mundo…”, “É uma estratégia mercadológica…”, “jogos de grande sucesso…”, “Já o tema medieval foi escolhido basicamente pela imensa liberdade criativa…”.

Olha só, em nenhum lugar se diz “Queremos fazer um MMORPG porque realmente acreditamos nesse tipo de jogo e temos ótimas idéias que queremos testar”, ou então “O tema é medieval, mas nossos escritores criaram um mundo interessantíssimo, com história e mitologia próprios, e os jogadores ficarão loucos para fazer parte deste universo”. Ou ainda “Nossa arte é no estilo anime, pois ele se encaixa melhor com o universo que criamos”.

Jogos podem não ser uma forma de arte (isso é discutível, mas nem entremos neste assunto), mas os melhores jogos são feitos com o esmero e a dedicação de uma obra de arte. Claro que pesquisas são feitas, opiniões são ouvidas, o mercado é levado em consideração…mas essas coisas não podem ser a base do jogo, não podem ser o fator determinante da existência do jogo. Ainda mais em um RPG, um tipo de jogo onde deve existir a imersão do jogador no universo do jogo, a falta de cuidado com a criação do mundo pode ser fatal. World of Warcraft deve boa parte de seu sucesso ao seu universo. Você sabe que WoW acertou a mão quando vê:

- Jogadores que defendem ferrenhamente uma facção, uma raça ou até mesmo um cenário, pelo simples fato de conseguirem se identificar com ela. Na Horda eu só jogo com Taurens por gostar do jeito indígena deles, e também porque Mulgore me lembra as planícies paulistas (caipira for life, bro, for life!).

- Jogadores indo visitar determinados cenários não pelo gameplay, mas para visitar lugares “históricos” ou “turísticos”. Em Ashenvale existe o vale aonde se deu a última batalha entre Grom Hellscream e Mannoroth. Na entrada de Undercity existe o trono onde o rei de Lordaeron foi assassinado por seu filho Arthas. Uma das coisas legais de se chegar no nível 50 é poder visitar as Plaguelands, as terras devastadas pela praga undead, e ver as cidades que foram cenários de batalhas no Warcraft 3. Nas Outlands, você pode ir pra Nagrand e conhecer os ancestrais dos Orcs, inclusive a avó do Thrall. De vez em quando eu crio anões na aliança, só pra poder ir passear em Ironforge.

São exemplos bobos, mas são exemplos de imersão no universo criado. E os gráficos do WoW não são o ó do borogodó, mas eles tem algo muito mais importante e eficiente para criar identificação: estilo. Já pensou se a Blizzard tivesse decidido fazer o WoW em estilo anime, pois “nossas pesquisas informaram que esse visual é a grande febre do momento”? Febres passam, um bom design dura pra sempre. Kudos para o Samwise Didier, diretor gráfico da Blizz e pai dos Pandaren.

E eu nem entrei no gameplay. Mais importante que criar o universo do jogo, é criar um jogo que as pessoas queiram jogar. Ah, estamos nos baseando em “Ragnarök pela aceitação do público nacional, Final Fantasy XI por ser da empresa que tem os maiores RPGs do mercado e Star Wars Galaxy, que foi um dos jogos, na minha opinião, que mais inovou nos últimos tempos.” Ragnarok é chato e repetitivo, FF XI foi uma ótima idéia mal-executada, e SW Galaxy…ok, Galaxy parece legal apesar de eu nunca ter jogado. E porque WoW foi ignorado? Ah, todo mundo tenta copiar WoW, mas todo mundo quer copiar WoW da forma errada. A fórmula da Blizz é simples: eles pegam um estilo de jogo já consolidado, estudam todos os jogos de sucesso já lançado, eliminam as partes chatas, realçam e acrescentam as partes legais, tornam o jogo fácil de se aprender e difícil de se dominar, e pronto. Diablo foi assim, Starcraft foi assim, WoW foi assim. Não existe uma grande revolução, existe mesmo é um refino. Tá, não é fácil fazer isso, na verdade é bem foda, mas o que eu digo é que não existe um “grande segredo da Blizzard para o sucesso”.

Minha Estante Virtual

segunda-feira, fevereiro 9th, 2009

(Ah, o site citado abaixo foi uma dica da dona Elu! Elu, valeuzão pela dica, e mal ae pelos seus comentários que ficaram por dois séculos pendentes de aprovação =(. Aliás, eu descobri que o filtro anti-spam do wordpress tá filtrando além do que deveria, sumindo com comentários legítimos que deveriam ter sido aprovados automaticamente ¬¬…enfim, se você comentou por aqui e seu comentário não apareceu, manda outro comentário me xingando que eu tento resolver o problema. Ou me acha pelo Gtalk, “kordroy@gmail.com”. Ou desista desse blog chato e vá jogar Sudoku online \o_ )

Uma das coisas mais legais da internet pós-beta são esses sites que deixam você catalogar sua vida. Começou com o orkut, onde você catalogava amigos, parentes, conhecidos, desconhecidos e malucos que viu na rua. Depois veio o Last.FM, onde você podia comparar seu gosto musical horrível e ofensivo com o gosto musical desprezível e ridículo de seus amigos.

Agora tem também o Skoob, onde você cataloga os livros que já leu (ou está lendo, ou pretende, ou não pretende ler) e mostra para o mundo o seu gosto literário supérfluo e irrelevante! Minha estante virtual tá aqui, para todos que tiverem a curiosidade mórbida de conhecê-la. Só algumas notas e lembretes:

  • O Skoob fez o favor de queimar meu filme e já colocar logo na capa da estante virtual que eu já li todos os Harry Potters. Sim, eu li todos, a Marta que me FORÇOU a ler todos eles, e gostei bastante dos livros na verdade.  Tudo bem que eu li todos só pra saber o que acontecia com o Snape no final, e eu já sabia desde sempre que o Dumbledore era gay. (simples: todo inglês acima de 60 anos automaticamente vira gay. Ou vai dizer que conhece algum inglês com mais de 60 anos que não é gay?)
  • Enquanto colocava os livros na estante, percebi que eu já li MUITA coisa do Neil Gaiman, quase a obra completa dele, na verdade. Na verdade eu acho que já li mais livros do Terry Pratchett, mas como no skoob só aparecem os livros do Pratchett lançados no Brasil, não consigo saber.
  • Outro livro que eu não achei no skoob foi o To Say Nothing of The Dog, da Connie Willis. Esse livro eu li no celular, o infalível w200i velho de guerra, e foi um dos livros mais legais que eu já li na vida. Conta a história de um viajante no tempo totalmente esgotado física e mentalmente que deve viajar para a Inglaterra Vitoriana e se infiltrar em uma típica família inglesa vitoriana e descobrir o paradeiro do vaso de porcelana mais horrível que já existiu. Sabe aquelas comédias em que tudo dá errado da maneira mais ridícula e engraçada possível? Chega uma hora no livro que você se esquece da porcaria do vaso, e passa a torcer para que o protagonista consiga dormir pelo menos por algumas horas sem ser interrompido por mordomos, senhoras inglesas, colegas viajantes no tempo e/ou buldogues. Ah, sim, o buldogue é uma graça. É o único personagem sensato no livro todo.
  • Achei que eu tivesse lido mais livros do Stephen King. Bom, eu li a Torre Negra quase até o final, já li metade do Stand, já li A Coisa até o fim…hmmm, acho que é isso. Eu gosto do Stephen King, não nego que ele seja um ótimo contador de histórias, mas não vou muito com o estilo dele. Sou mais o estilo sombrio porém poético do Neil Gaiman.