Metrô – Olha só esse mapa. Com esse mapa e uma passagem de 2 reais e 50 centavos, você pode chegar em todos esses pontos de São Paulo. Basta traçar sua rota, saber as estações aonde você troca de trem, decorar direitinho as direções ou simplesmente olhar nos murais que existem nas estações, e entrar no trem! É o mais próximo de teletransporte urbano que chegamos, não? Um dia ainda vou fazer um grande tour por todas as estações e arredores de estações de São Paulo.
Diversidade Cultura Ruleia – Em São Paulo você vê emos, punks, góticos, metaleiros, indies, grunges, japoneses, coreanos, chineses, judeus, muçulmanos, peruanos, travestis, casais gays, engravatados, mendigos, paulistas, baianos, caipiras. Sabe, tem alguma coisa de fantástica em entrar no metrô e ver um sujeito fantasiado de Kakashi conversando sossegadamente com a Belldandy. É difícil você ver isso – lá no interior você até vê bastante gente diferente, por causa da imigração e da influência da própria São Paulo, mas aqui em Salvador é raríssimo ver tribos na rua, ver gente diferente e ver o resto do pessoal já acostumado com isso. Eu não me sinto confortável em uma cidade onde não existam japoneses de cabelo azul, oras.
Olha só o tamanho dessa merda! - Como todo bom caipira, eu ainda fico besta olhando São Paulo. Seja andando pela rua e vendo os arranha-céus gigantescos dividindo espaço com as construções do século passado, seja olhando pela janela do táxi e acompanhando o curso das avenidas gigantes, dos túneis, viadutos, o labirinto urbano completo, seja olhando o oceano de concreto pela janela do hotel. Eu não sei explicar, mas é tudo tão grandioso e ao mesmo tempo…familiar. Tem quem não goste, e eu mesmo já fiz pouco caso de São Paulo, mas verdade seja dita: que cidade foda!
Comida! Comida! Comida! – Nesse fim de semana passado eu: almocei num restaurante self-service de comida japonesa cuja fila de comida tinha uns 50 metros; tomei o BEST FUCKING picolé da minha vida; lanchei numa padaria na Liberdade com os doces mais fantásticos e lindos e gostosos dessa região do universo; comi pizza autenticamente paulistana e comprovei que nós paulistas ruleamos o mundo com nossas pizzas; comi o famoso sanduíche de mortadela do mercadão e jurei pra mim mesmo voltar lá para experimentar o cardápio todo. E isso não é nem a ponta do iceberg gastronômico de São Paulo.
Livraria Cultura de três andares e anexo de livros de arte – Se você também é apaixonado por livros, quadrinhos e qualquer coisa com letras impressas, faça-se o favor de visitar essa livraria. Fica na Avenida Paulista, pertíssimo do metrô Consolação, numa galeria cujo nome eu esqueci mas é só perguntar pro jornaleiro mais próximo. (Jornaleiros nunca mentem – lembre-se disso). É LINDA! FANTÁSTICA! FODÁSTICA! Tem três andares de muito amor, dá pra passar um dia inteiro lá dentro só olhando os títulos e uma vida inteira lá dentro lendo todos eles. Tem uma estante inteira só de quadrinhos; tem uma seção só de mitologia; tem uma parte só com livros sobre música; tem uma estante double-fucking-size só de pocket books em inglês. E tem um anexo só de livros de arte, que eu não consegui entrar mas fica pra próxima. Três andares e um anexo de livros, imagina?
Picolé de Melão MELONA – Aaaah, o picolé de melão da Liberdade. A primeira pessoa que me falou dele foi a Elu, mas confesso que não me animei muito. Picolé de melão? Será que é tão bom assim? Aí lá na Liberdade eu vi os freezers de Melona em praticamente todas as lojas que a gente passava, e em uma delas o Omelete disse: “Caaara…esse picolé aí é muito bom”. Ok, agora é o suficiente, bora experimentar esse sorvete. E…eee….eeeeee…é PERFECTO. É REGIUM DIVINUM MAXIMUM EST MELONA WA SUGOI! De escrever pra mamãe dizendo que achou o sorvete da sua vida! É foda! Eu poderia até tentar descrever o sabor aqui, mas não tem sentido. É preciso experimentar esse picolé, pelo bem de sua própria vida!