Coisas Geek de um Hobbit Inútil

E não se esqueça da toalha.

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Café, Gatos, Ratos, Vampiros, Oh my!

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(O café feliz não tem nada a ver com o post, mas olha só: ele está sorrindo. E os olhinhos dele brilham. Tem como não acordar mais contente com o café feliz?)

Terry Pratchett funciona assim: você começa a ler pelas piadas e pela sátira aos livros de fantasia, e continua lendo pelos personagens interessantes e estranhamente reais, pelos conceitos invertidos e subvertidos, pelas lições de moral ambíguas e um tanto realistas. Com o “O Fabuloso Maurício e seus Roedores Letrados” não é diferente. É um ótimo livro, sem sombra de dúvida: Pratchett continua sendo inteligente e esperto como sempre, dessa vez testando as consequências de animais que subitamente adquirem consciência de si mesmo, e transformando a velha história do “Flautista de Hamelin” em algo totalmente inesperado. Ainda vou falar mais desse livro, mas não agora – quero falar dos ratinhos e do gato criando consciência, da garota que acha que tudo é uma história, do Perigoso Feijão, do Darktan e do Sardines, mas tudo isso rende um post grandão. Mas já digo: Maurice passou a ser um dos meus gatos preferidos!

Comecei a ler “Dead Until Dark” da Charlaine Harris, o livro que deu origem ao True Blood (que eu ainda não assisti, shame on me). Ainda tô beeem no comecinho, mas já tô gostando bastante. A Sookie é uma garçonete simpática, esperta e pobretona – e parece ser bem o inverso da tontinha de Crepúsculo. Toda a idéia de vampiros saindo do anonimato, e a exploração do que isso acarreta para a sociedade, é uma sacada genial. Já nas primeiras páginas aparecem pessoas que roubam sangue de vampiros, que cura doenças e aumenta potência sexual – mostrando que a escrotidão humana não poupa nem os mortos vivos. Meu irmão me lembrou que quem faz a Sookie no seriado é a Anna Paquin – mais um bom motivo pra baixar o seriado, mas ainda quero ler o livro primeiro.

Meu Próprio Pastinho Interior

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Meus dois personagens secundários favoritos da Mafalda sempre foram o Miguelito e o Felipe, não necessariamente nessa ordem. Eu ia colocar tiras dos dois, mas ia fica um post enorme…então esse fica sendo o post do Batman Miguelito, e outra hora eu faço outro sobre o Felipe.

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Sobre Chuva e Christopher Walken

Hoje teve garoa em Salvador – coisa pouca, coincidência ou não durou só durante o intervalo entre eu botar o pé pra fora do ônibus e botar o pé pra dentro da empresa. Mas toda chuva leve será perdoada – não incomoda tanto, e deixa o mundo todo com um jeitão wabi-sabi.

Chuva pesada não tem perdão. Se ela vem quando estou em casa e sem perspectiva de sair dela, sem problema: pode acabar o mundo em água, pode mais é alagar o universo. (Consciência social zero) Mas o problema é quando São Pedro abre a super-mega-boga-Ducha Omniversalis Acquorium 3000, com direito a gotas que mais parecem pedradas e ventos fortíssimos e randômicos (daqueles que você coloca o guarda-chuva de lado pra evitar a chuva e num piscar de olhos ele muda a direção e te enxarca pela frente). Sei lá, nada me tira da cabeça que é pessoal, que o problema de São Pedro é com a gente aqui embaixo. “Hoje acordei com vontade de MOLHAR GERAL”, ele deve pensar, nosso nobre santo sociopata.

(Só tem eu no escritório. Rápido, é a chance que esperei todos esses anos, a chance para qual venho treinando exaustivamente todos os dias – dançar igual ao Christopher Walken em Weapon of Choice! Vamos lá, é ago…merda, ainda tem duas projetistas sentadas ali no canto)

Minha ignorância e falta de interesse generalizada pela música eletrônica não me impede de gostar do Fatboy Slim. Talvez porque não se pareça com música eletrônica – as músicas são criativas, tem uma estrutura, os barulhinhos servem pra alguma coisa, as letras não dizem nada mas são legais tipo “you can go with this, or you can with that”. Teve uma época que eu resolvi dar uma chance pra música eletrônica – e baixei uns discos de Chemical Brothers, Daft Punk e mais uns caras que esqueci o nome. Achei tudo uma bela merda e apaguei pra liberar espaço no HD. Mas o Gordinho Magrelo é legal. Por onde será que anda?

Eu ainda ia falar sobre blogs e twitter, mas fica pro próximo post. Ou não.

Em Silêncio, Por Favor

Entenda meu corpo, batimentos por minuto
Minha história e meus quilômetros por hora
Entenda meu canto, meus tantos por cento
Meus contos de réis, tantos por mês
Entenda meu corpo, sal e litros d’água
Por centímetros ao cubo
(em silêncio, por favor)

Foi durante a volta pra casa, no trajeto do ônibus, que percebi que não tinha nenhuma música no mp3 que eu quisesse ouvir. Estranho, porque eu vivo com o fone de ouvido enfiado na orelha pra não ouvir a gritaria do ponto de ônibus, dos ambulantes, dos doceiros, do ônibus cheio…a idéia é formar uma barreira protetora, quase que um pocket universo particular. Sim, eu sei que sou um tanto antisocial, mas é melhor do que ouvir maluquinho gritando AMENDOIM DORAAAADO TRÊIS É UM REAAU todo santo dia.

Mas esse dia eu não tava afim de ouvir nada. E nos dias subsequentes, mais exatamente no fim de semana, isso continuou. Sem músicas, sem barulho, sem guitarras distorcidas atravessando meu tímpano, sem melodias acalentando minha mente, sem letras se instalando nos meus pensamentos, sem…nada. E não foi ruim, por incrível que pareça.

“Isso é terrível! Como pode alguém viver sem música?!” eu pensei.

Mas dá pra viver com um zunido no ouvido o tempo todo? Será preciso mesmo tanto barulho? E não falo em decibéis, eu falo em idéias, sentimentos, sensações que as músicas nos passam. Como a pessoa que quer se alegrar e coloca um disco do Foo Fighters pra tocar, ou a pessoa que tomou um pé na bunda e se acaba ouvindo Joy Division. Certas pessoas (eu incluso) ouvem músicas para sentir coisas, para pressionar o botãozinho mental que aciona alguma coisa específica. Mas será que é preciso essa amplificação o tempo todo? Eu acho que não.

E eu me senti confortável no silêncio. Já esteve num lugar com milhões de pessoas querendo falar ao mesmo tempo e se esforçando para chamarem a atenção? E aí quando você sai de lá a sensação de calma e alívio refrescante é quase orgásmica? Foi mais ou menos isso.

Sei que isso não vai durar pra sempre, mas enquanto durar é melhor eu anotar isso pra não esquecer: silêncio é importante. Abaixar o volume do mundo é uma coisa boa. Vivemos na era da informação, mas boa parte da informação só serve pra lotar o HD. Essa procura incessante por coisas novas, essa necessidade de ter algo interessante pra falar vai matar a nós todos. Cale a boca de quando em vez. Tire o pé do acelerador e aprecie a paisagem. Não alimente o urso panda. Poupe energia. Sossega o faixo. Esvazie seu oceano de platitudes. Etc.

(Sim, eu sei que já usei essa imagem. Mas ilustra perfeitamente, então vai ela mesmo. Notem o microfone com o fio cortado. Laerte é foda.)

Adeus, Sr. Hughes

“Life moves pretty fast. If you don’t stop and look around once in a while, you could miss it.”

“Curtindo a Vida Adoidado” é um dos meus filmes favoritos desde a época do prézinho. Talvez isso denuncie o quão tapado eu sou, mas pode-se dizer que ele é responsável por parte do que eu sou hoje – mais especificamente, a parte de mim que vive lembrando que a vida se move rápido demais, que não tem NADA de errado em querer tirar um dia de folga ou três, que se você não está se divertindo então tem alguma coisa errada. É a parte de mim que me faz vir todo dia trabalhar de all-star num lugar em que todo mundo está de sapato social, e é a parte de mim que dá um riso de canto quando lembra que está fazendo isso.

É a parte de mim que arma pequenos atos de rebeldia, que toma decisões baseadas na diversão e no desprendimento, que pensa “e porque não?”, que não liga para o que os outros vão pensar ou dizer. É a parte de mim responsável pela minha ausência de vergonha alheia – todo mundo tem direito e dever de fazer papel de bobo – e pelo meu moderado desprendimento social – nesse aspecto, meu irmão e o Larri ganham de lavada de mim. É minha parte cool – que pensa “o que Ferris Bueller faria no meu lugar” – e apesar dela me botar em frias, eu gosto pra caramba dela.

E eu devo isso a John Hughes. Descansa em paz, velhão. E valeu :) .

Escape from Salvador

(Eu ia contar isso no twitter em 140 linhas, mas o twitter está de TPM hoje e então eu lembrei que eu tenho um blog! Sim, um blog, esse instrumento de comunicação do século passado, sem essa frescura de 140 caracteres. Pra que escrever em 140 caracteres o que pode ser escrito em 14.000 frases? Prolixo é a senhora sua avó, aquele transformista.)

Hoje eram umas 3 da tarde quando meu pai ligou no celular:

- Ó, me sai mais cedo aí do trabalho hoje. Tão sabendo da história por aí já?
- Não oÔ – não que eu realmente precisasse saber da história, qualquer motivo é motivo pra ir mais cedo pra casa, oras.
- Vai ter paralização da polícia militar a partir das 7 da noite, e a cidade vai virar um caos.

Epa, o trem é grave. Fui falar com o Rodolfo e a Nai, e eles contaram sobre uma outra paralização da polícia, alguns anos atrás. Foi bem divertido: a cidade inteira congestionada e pivetes fazendo a limpa nos carros parados, ônibus assaltados, arrastão em shopping center. Como quem tem * tem medo, só esperei dar cinco horas para arrumar minhas coisas e me picar dali, porque eu ainda ia pegar ônibus pra casa. Por sorte a Manuela me viu:

- Enrique, tu vai embora como?
- Ué, de busão.
- TÁ LOUCO, GURI? Não, você vai comigo, vambora!

Sim, eu sou cagado. E muito.

5 horas da tarde e as avenidas estavam todas congestionadas já. Gozado que todo mundo reclama (e com razão) que a polícia não faz seu serviço, é inefetiva e blábláblá. Ruim com ela, impossível sem ela: não era nem certeza de que a paralização iria ocorrer mesmo, mas de uma hora pra outro todo mundo saiu correndo pra casa ou um lugar seguro que seja. Salvador é um barril de pólvora, uma capital com uma desigualdade social tão grotesca que te impede de desviar os olhos…pelo menos no começo, com o tempo você vai se acostumando (e isso é triste). (E eu sei que não é só Salvador, mas é a capital aonde eu moro)

Agora, todo mundo sabe que polícia não pode entrar em greve. Sabe o jeito que eles deram pra fazer essa operação? Simples: seguiram as leis. De acordo com a constituição, um policial não pode patrulhar ou atuar nas ruas utilizando viaturas com irregularidades, sem armamento apropriado e sem capacitação. Com boa parte da frota sucateada, apenar 15% dos coletes à prova de balas dentro do prazo de validade e sem nenhum PM com certificação para dirigir viatura de emergência, não dá pra seguir a constituição. A partir das 19 horas de hoje, a PM de Salvador começaria a seguir todos os itens da constituição à risca – e ficariam dentro dos quartéis, de braços cruzados.

É mole ou quer mais?

(Acabou de dar na televisão – a paralização foi cancelada e remarcada pra segunda-feira. Podem tirar a bunda da parede, soteropolitanos)

Das Músicas Bichas

Porque tem músicas que você não deveria gostar, mas gosta. E não estou falando de sertanejo, funk, nem nada disso: estou falando de músicas bichas! “M-m-mas do que você está falando? Eu só ouço Metallica, cara, não curto essas viadagens! Como eu sei que uma música é bicha??”. É assim, Suzana: tem músicas que fazem o seu viadômetro apitar. O viadômetro, como você DEVIA saber, é o instinto masculino que nos ajuda a perceber em que time um cara joga. É como o sentido-aranha, mas calibrado pra medir frescura. E as músicas bicha…bem, elas fazem o seu viadômetro apitar, e apitar nervosamente. Mas ao mesmo tempo o seu pézinho tá lá batendo, sua cabeça balançando no ritmo, quem sabe até cantando o refrão junto, quem sabe até danç….Haaa, Suzana, te peguei no pulo, hein? Tsc tsc tsc. Enfim, com vocês, minhas músicas bichas preferidas:

Pulp – Disco 2000 – Sabe “Creep”, do Radiohead, aquele hino dos losers e charlie browns do mundo todo? Pois é: pega “Creep”, enfia 2 quilos de ecstasy pela garganta dela e JOGA ela numa boate qualquer de, sei lá, Manchester. O resultado é “Disco 2000″, a música loser mais dançante e divertida do mundo. (A parte do “Vamos nos ver sábado, baby, você pode até trazer seus bebês” é engraçada bagarai). E bicha também, musicalmente falando. Mas não precisa nem dizer, porque o movimento britpop como um todo foi uma grande viadagem. O que? Você achava que aquelas briguinhas Blur vs. Oasis eram o que? Liga o viadômetro, Suzana.

Franz Ferdinand – Michael – Assim. Ahn. “Michael” fala sobre belos garotos dançando numa bela pista de dança. Fala sobre o tal Michael dançando como uma bela putinha dançando. Fala sobre Michael…errr….Michael servido em uma bandeja “e nada importa agora”. Olha, eu sou bem tolerante, mas…PORRA, BANDEJA DE PRATA TAMBÉM NÃO, QUE VIADAGEM, VÉI! Enfim, a música é ótima e viciante, mas as vezes eu tenho mó vergonha de ver ela lá no meu “top faixas mais ouvidas” do Last.FM.

Scissor Sisters – I Don’t Feel Like Dancing – Pra quem não conhece Scissor Sisters, basta saber que boa parte de seus integrantes era go-go boy antes de entrar pra banda. Dá pra dizer tranquilamente que o cara mais macho da banda toda é a Ana Matronic. Aliás, Ana Matronic ruleia o mundo, como toda boa ruiva. Mas não estamos aqui pra falar de mulher hoje, eu acho. “I Don’t Feel Like Dancing” é ótima, grudenta e com um maldito refrão que vai ficar na sua cabeça por uns dias. O clipe é uma viadagem sem tamanho, mas inspirada em filmes de ficção científica antigos. E aparece a Ana Matronic no clipe, pra quem quiser ver. ( E aí quando a tua mãe te pegar vendo um clipe cheio de go-go boys, você diz “Mamãezinha, não é nada disso! Eu estava só vendo as referências aos filmes antigos e a Ana Matronic!”. Aham. É isso aí, Suzana. )

David Bowie – Lady Stardust: Eu ia pegar aquela música que ele canta junto com o Mick Jagger, porque casal gay cantando ia ser legal numa lista assim. Mas porra, “Lady Stardust” é uma balada sobre um alienígena andróginos cantando e seduzindo jovens ingleses. É dramático, é poético, é muito, mas muito bicha. E na verdade Lady Stardust é sobre Marc Bolan, outro cara que vai aparecer nessa lista daqui a pouco. Então, vai lá, Mr. Bowie, se joga!

The Pipettes – Pull Shapes Eu gosto das Pipettes. Quer dizer, gostava, porque elas se separaram e tal. Minha preferida era a Rosay (a moreninha). E…estão ouvindo a música? Estão mexendo o pézinho? Estão, né? Tsc tsc tsc, ô decepção do papai. Bom, pelo menos agora são mocinhas cantando. E…ei, fazer a coreografia também é demais, né? Putamerda, Suzana.

U2 – Discotheque: Tem muita gente que odeia o disco Pop, do U2, justamente por causa de Discotheque. Eu não. Eu acho Discotheque mó legal. Até a parte do “BOOM-CHA! BOOM-CHA!”. Hahahahah…não, eu estou falando sério. Eu acho massa. Ficou legal, não tem nada a ver com U2 e ainda assim é uma música do U2, e era essa a idéia, não era não? Pfff, povinho sem senso de humor. Booom-cha! Booom-cha!!

T-Rex – 20th Century Boy: Aaaah, o T. Rex, a maior banda glam de todos os tempos. Essa música é bicha? Meu lado Regina me diz que sim, meu lado Cojones diz que não. Ah, é glam rock, é afetado e pesado por natureza, e aí que reside a graça. E pensando bem, eu não deveria estar dizendo que T. Rex é bicha. Porque tipo, o Marc Bolan deve ter pego mais mulheres numa semana do que eu vou pegar em toda minha vida. E não, não é um exagero.

Mika – Grace Kelly: Quando eu disse pro meu irmão que estava fazendo uma lista de músicas bichas, ele disse simplesmente “Mika Mika Mikaaa!!”. Sim, a viadagem se espalha pela família. Mas de qualquer jeito, uma música chamada “Grace Kelly” e que diz “Eu tentei ser um pouco mais Freddie” simplesmente precisa estar numa lista de músicas mais bicha. Não bastasse isso, o Mika é tipo o viadão mais legal da música atual. Essa música é ótima, a letra é boa de cantar, o clipe tem menininhas engraçadinhas…vai lá, fecha a porta do quarto e se joga. Ai, se papai te pega agora, hein, Suzana?

The Killers – Joyride: Podemos argumentar que o último álbum do Killers assaltou o armário de vestidos da mamãe e caiu na noite, sem pudor e sem limites. Podemos dizer que o Brandon Flores seeempre flertou com a viadagem, porque vamos combinar. Mr. Brightside não era nada máscula. Mas brincadeiras à parte, eu continuo achando Killers uma das melhores bandas atuais, e eu gosto pra caralho do último álbum. Mesmo ele usando quilos de maquiagem e me olhando de um jeito tri estranho. Enfim, acho que Joyride é a música que melhor representa os novos…err…rumos da banda.

Eu tinha uma décima música, mas tive que resetar o computador e perdi ela. Agora não lembro mais qual era, de modo que vamos ter que improvisar.
Mr. David? Mr. Jagger? Não, você não, Suzana.
Estão liberados: podem soltar a franga (e o que mais vocês estiverem habituados a soltar por aí no Reino Unido).

(EMI FILHA DA PUTA! Enfim, vocês vão ter que clicar no link aqui para que ver dois ilustres rockstars britânicos soltando a franga. E controle-se, Suzana, pelo amor de Deus, é só uma música. Sossega a tarraqueta!)