Coisas Geek de um Hobbit Inútil

E não se esqueça da toalha.

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Cara Nova!

Blog de cara nova! Gostaram? Eu que fiz, e confesso que estou mó orgulhoso…É o primeiro layout pro meu blog que consegui desenhar e programar exatamente como eu queria, sem grandes gambiarras e usando todo (tá, uns 10%) o potencial do WordPress. Ainda faltam várias coisas: fazer a tagline e o banner randômicos, arrumar a sidebar, colocar os links pra compartilhamento, rss, etc. Mas o importante é que ele funciona, e eu gostei muito de como ficou.

Coisas legais que eu consegui fazer: cada categoria de post tem seu próprio ícone e cor, e em breve as páginas de categorias também vão ser personalizadas. Tem um tipo de post próprio para citações, com direito a aspas gigantes coloridas e o escambal – pra que eu possa descaradamente imitar o blog do Jonathan Carroll. E tem um tipo de post próprio para imagens, com tamanho limitado e enfeitezinhos. Ah, e consegui vincular a conta do Instagram ao wordpress, para que todas as fotos que eu tirar apareçam automaticamente aqui no blog. Legal, né? Não? Ok.

E é isso! O trabalho agora é ressuscitar o blog,que passou vários e vários meses abandonado. Culpa minha, eu sei, e não foi só o blog que ficou largado de lado – foram vários aspectos da minha vida, coisas importantes, que eu deixei de lado enquanto corria atrás de eu-não-sei-direito-o-que. Mas estamos de volta, e isso é que importa.

Haroldo

Everyone must come out of his exile in his own way.

Martin Buber

I Can’t Count The Reasons I Should Stay

Pra quem não conhece, “Community” é um seriado sobre um grupo de estudantes em uma universidade comunitária americana. É, falando assim, parece ser mó chato. Vamos tentar de novo:

Eu assisti os primeiros episódios de “Community” só pra ver qual era a do seriado, sem saber direito sobre o que era. E os primeiros episódios não tinham nada demais, mas também não eram nada ruins, na medida exata pra você continuar assistindo só pra ver aonde vai dar. A grande maioria dos seriados já falha nesse quesito, e os que sobrevivem acabam falhando por não te levar pra lugar nenhum. E aí é que Commnunity consegue te destacar: te levando pra lugares e situações bizarras, inesperadas em uma sitcom.

Tem episódios que imitam os CSIs da vida; tem um episódio que homenageia os westerns em um torneio de paintball; tem um episódio onde os personagens jogam RPG; tem um episódio que simula um documentário de guerra, mas sobre uma guerra de travesseiros; tem os episódios onde eles se lembram das melhores cenas da temporada – com a diferença que as cenas nunca aconteceram!

E teve o episódio que acabei de assistir, que se passa quase que totalmente em um jogo de videogame. Foda.

Diablo III: O Fim da Coréia

Diablo está de volta.

Sim, todo aquele esforço de doze anos atrás foi em vão: o cramulhão da Blizzard escapou da morte de novo, e trouxe sua turma de demônios pestinhas para aprontar mil confusões em Tristram. Sim, Tristram de novo: o que os caras dessa cidade fizeram para ofender tanto assim as forças infernais, hein? A primeira vez pode ter sido coincidência, as catacumbas dentro da catedral por um MERO ACASO DO DESTINO levavam até o nono círculo do inferno (tipo a Estação Pinheiros da linha amarela e suas quinhentas escadas rolantes). A segunda vez pode ter sido for old time’s sake, pra lembrar aquelas boas horas de terror e profanação gastas no primeiro jogo. Mas já é a terceira vez, e as forças do inferno realmente tem alguma coisa contra o povo de Tristram!

Que é mais ou menos o que acontece entre a Blizzard e os coreanos.
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Vingadores, Assembleiem-se!

  • Joss Whedon botou pra foder e fez o melhor filme de superheróis até o presente momento. Quem já assistiu Serenity e Firefly já conhecia a “fórmula”: diálogos engraçadinhos cheios de tiradas espertas, heróis mostrando que são humanos cheios de defeitos mas que vão pro pau quando a coisa fica feia, história relativamente simples mas que abre espaço pra relação entre os personagens – o que é importante num seriado tipo Firefly e que é essencial em um filme de superequipe.
  • Que o Homem-de-Ferro-Downey-Jr fosse roubar a cena do Capitão-ZzzZzamérica, já era esperado. Mas que o Hulk fosse roubar a cena de todo mundo, táqueopariu! Mark Ruffalo conseguiu acertar a mão do personagem, e o Whedon entregou as cenas redondinhas pro Verdão brilh…digo, esmagar!
  • De novo: que merda de Capitão América, hein? Tiozinho mais sem graça, que não consegue se impor nem pra um policial. Eu entendo que a idéia era ele ser anacrônico, deslocado, meio perdidão mesmo…mas não foi isso que ele me passou. Ele só me passou que era um bundão sem graça mesmo. Chris Evans, toma teu rumo e arrumem um Capitão melhorzim pro próximo filme.
  • E o Thanos, hein? E o Thanos, hein? Thanos. Thaaaanos! THAAAAANOS! E eu nem tinha sacado que o cetro do Loki era “energizado” pela gema azul da Manopla! Agora sim essa merda ficou séria!
  • Eu realmente espero que o Whedon continue dirigindo e escrevendo o próximo filme. Li uma entrevista na SFX em que ele fala que o “segredo” pra um segundo bom filme é fazer o oposto do que esperam: ao invés de um filme maior, com mais explosões e maiores desafios, entrar com um filme mais “pra dentro”, que trabalhe as relações internas dos Vingadores. Isso me animou pacas – porra, é o Whedon, ele sabe o que faz! Mas ao mesmo tempo…porque o vilão do próximo filme é o Thanos, entonces? Porque Thanos = sagas intergalácticas, seres megapoderosos, manoplas do infinito e o cacete à quatro. Tá aí a “noiva” do Thanos que não me deixa mentir…

Mães

Eu acho meio injusto quando ela começa com a história de “eu já estou com cinquenta e tanto anos e nunca vou mudar, você tem que me aceitar do jeito que eu sou!” pra justificar todas as tentativas dela de mudar o jeito que eu sou. E fico meio revoltado quando ela vem me visitar aqui em casa (aqui) e começa a arrumar tudo do jeito dela. E admito que ligo menos pra casa (lá) do que deveria, e que deveria ir pra lá mais bem mais do que duas vezes por semestre (working on it). E acho engraçado quando ela liga pra cá pra contar de alguma coisa bizarra/genial que ela achou na internet, ou quando o computador decide não ligar e ela liga desesperada porque precisa pagar alguma conta – mas na verdade eu desconfio que é porque ela já não fica sem internet.

Verdades universais: mãe é mãe, não importa lugar, idade e quaisquer outras condições, e minha mãe ruleia o mundo! Feliz dia das Mães pra ela e pra todas as mães dessa internnet de Meu Deus!