A Saga dos Adventure Games – Parte 1/3

Os Adventure Games surgiram na era paleozóica dos computadores, quando o micro doméstico ainda estava pra ser inventado. Usando os mainframes da empresa onde trabalhava, William Crowther fez um jogo que unia suas grandes paixões: exploração de cavernas e RPG. O Colossal Cave Adventure era um jogo que usava a absurda quantidade de 300 kilobytes de memória para renderizar…uma aventura de texto. Pra molecada criada no ovomaltino e que nunca viu uma aventura de texto, é mais ou menos o seguinte: os cenários e situações são descritas em texto na tela, e o jogador descreve suas ações na linha de comando, por exemplo, “andar até porta”, “abrir porta”, “desviar dos tentáculos do grande Cthulu”. Conforme você avança, o jogo vai descrevendo o que acontece ao seu redor, como é o cenário, quais os objetos que você consegue ver e interagir. Não existe um objetivo muito claro, mas a graça principal de Colossal Cave estava na exploração dos ambientes, na descoberta de elementos fantásticos, na resolução de quebra-cabeças. Não parece muito emocionante pra quem já jogou God of War, mas acreditem, na época essa história de texto-e-linha-de-comando foi uma revolução caralhal, e tornou-se uma febre rapidamente.

A caverna que deu origem ao Colossal Cave Adventure

A caverna que deu origem ao Colossal Cave Adventure

Com o tempo, vários clones e versões de Colossal Cave foram surgindo. Em particular, um deles merece menção honrosa: Zork, The Great Underground Empire! Zork foi desenvolvido por estudantes do MIT fanáticos por Colossal Adventure, e que posteriormente formaram uma companhia para vender seus jogos: a Infocom. O jogo era ainda maior que seu “molde”: tinha impressionantezíssissimos UM MEGABYTE de memória. Isso não era um problema inicialmente, quando o jogo rodava nos mainframes das faculdades e era distribuído através da proto-internet ARPANET. Mas portar o jogo para os microcomputadores domésticos da época (que tinham lá seus dezesseis kilobytes de RAM) era uma tarefa para Chuck Norris. A solução encontrada foi inventar uma máquina virtual chamada Z-Machine, um programa que “emulava” o mainframe da faculdade, mas mantendo apenas o necessário para rodar o programa e reduzindo seu tamanho significativamente. Além disso, a Z-Machine permitia portar o jogo para qualquer sistema da época com facilidade, e isso só fez aumentar a popularidade do jogo: Zork 1 atingiu a marca de um milhão de cópias, e deu início ao reinado dos text-adventures da Infocom. Com o tempo, diversas sequências de Zork foram surgindo, assim como novos jogos com novos temas. Um jogo em particular é digno de nota: The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy, desenvolvido em conjunto com o próprio Douglas Adams! O jogo é famoso pela dificuldade, já que boa parte dos puzzles só tem algum sentido para quem já leu o livro, e mesmo quem já leu o livro sofre em determinadas sequências do jogo. Como na MALDITA PARTE INFERNAL DO PEIXE DE BABEL. Hunf. Fora esses puzzles torturantes, o jogo é bem legal, tanto para quem já leu o livro como para quem ainda não conhece o estilão do Douglas Adams.

Zork I e seus belos gráficos

Zork I e seus belos gráficos

Text Adventures eram legais, e duraram bastante tempo…até alguém FINALMENTE criar vergonha e desenvolver adventures gráficos. Se você tem mais de 25 anos deve se lembrar da Sierra, né? Uma das graaandes empresas de jogos de PC dos anos 90, responsável por Caesar, Betrayal at Krondor, Lords of the Realm e vários outros. (Enquanto eu pesquiso pra escrever esse post, descobri que na verdade a Sierra não desenvolvia, mas sim ia comprando as empresas que faziam esses jogos…felasdaputa! ¬¬). Antes de se tornar uma giganta, a Sierra se chamava On-Line e foi a primeira empresa a desenvolver adventures gráficos. O primeiro jogo nesse estilo foi Mystery House, mas o primeiro JOGO feito nesse estilo foi King’s Quest. A linha de comando ainda permanecia firme e forte, mas agora ao invés de ler a descrição dos cenários e acontecimentos, você VIA com seus próprios olhos a ação acontecendo na tela, em gloriosas 16 cores numa resolução de 320×200 pixels! Fodão! King’s Quest foi um dos jogos mais ambiciosos da época, com uma equipe de desenvolvimento com 6 programadores trabalhando durante 18 meses para completar o jogo. Isso numa época em que jogos eram normalmente feitos por um único nerd trancafiado no porão da casa da mãe durante alguns meses. O jogo fez um puta sucesso, e deu origem a várias continuações e jogos no mesmo estilo porém com temas diferentes, como Police Quest , Space Quest e Leisure Suit Larry.

A revolução gráfica de King's Quest

A revolução gráfica de King's Quest

Mesmo assim, a Era de Ouro dos Adventures ainda estava por vir. Os gráficos finalmente haviam chegado, mas ainda faltava um pequeno porém indispensável detalhe para que os adventures dominassem o mundo: o mouse! Mas isso fica pro próximo post da série, onde falaremos sobre piratas, zumbis e a segunda maior cabeça de macaco que você já viu na vida.

Links, Links, Everywhere, Nor Any Drop to Drink!

A history of Adventure - Site sobre o Colossal Cave Adventure, com informações sobre os criadores do jogo, sobre a caverna que serviu de base para o jogo e com downloads – tanto o arquivo executável em DOS como o código-fonte em Fortran.

Adventure – Um clone de Colossal Cave Adventure feito em Java, pra ser jogado via web.

History of Infocom – Um resumão da história da Infocom, desde o nascimento de Zork até a dissolução da companhia.

How to Fit a Large Program Into a Small Machine – Um artigo que explica melhor como e porque foi criada a Z-Machine. Interessante pra quem gosta de programação e de arqueologia da informática.

Infocom Adventures Online – Praticamente todos os jogos da Infocom em versão Java. Único problema é que não dá pra salvar…

Hitchhiker’s Guide to the Galaxy – O adventure do Guia do Mochileiro, também em versão Java, mas com gráficos e pontos e tudo mais!

Home of the Underdogs – Um dos maiores sites de Abandoware na rede. Abandonware quer dizer software abandonado, não mais comercializados, cujas empresas já sumiram do mapa. O objetivo dos sites de abandonware é servir de repositório ou museu para esses softwares (em sua maioria jogos) que de outra forma seriam esquecidos para sempre.

DOSBox – A grosso modo, o DOSBox é um emulador de computador velho! Ele emula um sistema rodando DOS, e você pode configurá-lo pra rodar a velharia que quiser. O grande “tchã” fica por conta dos filtros gráficos, velhos conhecidos de quem joga emuladores, que conseguem fazer os gráficos quadriculados ficarem mais palatáveis.

REVIEW – Street Fighter IV

Uns tempos atrás, numa das minhas caminhadas aqui em Sydney eu topei com uma loja de fliperamas,  e essa loja  é exatamente como aquelas que eu costumava ir quando criança: barulhenta, iluminada, cheia de bugigangas eletrônicas. Claro que com algumas diferenças: o lugar  é bem limpo e extremamente amigável,  sem os maloqueiros sujos e de aparência perigosa; na verdade o lugar é cheio de estudantes, japonesinhas gatinhas estilosas (e coreanas também), trabalhadores em horário de folga e nerds em geral. Mas o que mais me chamou a atenção no lugar não foi a falta de maloqueiros ou a boa higienização do lugar, mas sim o fliperama do Street Fighter 4.

O último jogo do street fighter que eu joguei e gostei foi o “Street Fighter vs Marvel”. Antes desse jogo também existiram algumas versões 3d do jogo, mas eu nunca fui muito com a cara delas não. O street Figther 3 não foi de todo ruim, a jogabilidade do jogo era na verdade bem legal, o único problema era que todos os personagens pareciam idiotas e os únicos personagens legais eram o Ryu e o Ken. Como todos os outros personagens eram novos e não tinha mais nenhum personagem original, isso meio que tirou a graça do jogo. Os Street Fighter Alphas da vida eram legais, mas nunca me empolgaram muito não.  Mas o Street Fighter 4, meu amigo, esse sim é um bom jogo: enquanto eu jogava esse jogo eu senti como se estivesse jogando o saudoso Street Fighter 2.

Os personagens e fases são em 3d, mas a jogabilidade é a clássica jogabilidade 2d, sem frescura, puro e simples Street Fighter. Muitos personagens clássicos  estão de volta, como Blanka, E. Honda, Guile, Balrog, personagens que não foram muito usados nos recentes jogos. Eu não joguei muito na verdade, mas eu não vi nenhum hyper combo como os antigos 43 bazilhões de hits das versões mais recentes do jogo. Haviam sim alguns combos, mas eram curtos e bonitos de serem vistos, porque os personagens fazem todos os movimentos dos golpes. Mas não se preocupe, o jogo não é lento não, é até rápido, mas dá pra acompanhar os movimentos sem problemas.

Mas teve algumas coisas que eu não gostei, como a ausência dos “ultimos chefões”. Você vai direto pro ultimo chefe depois de um determinado número de lutas, chefão que por sinal não impõe nem metade do respeito que o Vega tinha em seu auge como chefe supremo. Eu não lembro o nome do tal chefe, mas ele parecia pronto pra ir para um desfile duma escola de samba, voa que nem uma franga, tem todo o estilo de uma globeleza pelada, cheio de purpurina e raio laser em volta, uma vergonha. Antes da luta ele fala algumas besteiras pra tentar impor o respeito que ele não tem, mas esse chefezinho de meia tigela criado a leite com pêra tem que comer muito fubá pra poder ser considerado um chefe de verdade.

Randomicidades Generalizadas XVII

  • Passei o fim de semana em Hellfire Peninsula, matando demônios, orcs endemoniados e até mesmo javalis gigantes endemoniados. Logo que eu comecei a trabalhar, uma das primeiras coisas que eu fiz foi comprar uma conta de WoW pro meu irmão e reativar a minha conta, pra começar personagens novos. Ele fez um shaman healer, eu fiz um warrior tank, com o objetivo de não ter problemas encontrando grupos pra fazer instância. Semana passada a gente finalmente conseguiu chegar em Outlands (o mundo “high-level” do jogo), e tá sendo muuuito legal. As quests que antes eram foda de solar, agora são quase idiotas quando feitas em dupla. Problemas com players inimigos são coisa do passado, e eu tô me vingando de todos os gankers que já me encheram o saco. Ainda não fizemos muitas instâncias, mas pretendo mudar isso logo.
  • Se você não entendeu porra nenhuma do tópico acima, é bem provável que você tenha uma vida. Parabéns!
  • Gostei desse tal de Blip. Lá em casa (se eu lembrar) vou procurar um jeito de integrar ele no sidebar do blog. Pra quem é tão alienado como eu, o Blip é o Twitter com possibilidades musicais. Você posta um textículo curto e uma música (não precisa fazer upload, tem mecanismos de busca inclusos), e pronto: aimodeuso, você blipou. Tem todas as viadagens sociais do twitter, mais alguns esquemas de props e djs que eu ainda não me aprofundei. Parece um bom lugar pra conhecer música nova.
  • Notaram que a figura aí de cima agora muda randomicamente? Tá, o comportamento dela é mais errático que randômico: tem hora que a figura muda, tem hora que não muda, tem hora que não aparece nada, tem hora que aparece o nome da figura…A idéia é colocar mais figuras, e dar uma refinada geral no layout. Repararam que conforme o assunto vai minguando, as mudanças no layout vão aumentando? É uma das leis físicas dos blogs.
  • Mas um dos bugs do layout que eu não consegui resolver foi o graaande espaço preto que aparece quando só tá mostrando um post. Isso acontece porque o sidebar é mais compriiiido que o corpo do blog. Tenho uma idéia pra consertar isso, se bobear hoje de noite eu tento.
  • A quem diabos eu quero enganar, hoje a noite eu vou jogar WoW e Wipeout no PSP, como eu faço todas as malditas noites. Virei escravo de um Tauren. De novo :~.
  • Falando em layout, isso me lembra que eu fiz o layout e só testei no Firefox. Certeza que ele tá caindo aos pedaços no IE. Argh.
  • Ok, agora chega.

PSP \o/

A Terra Prometida Nerd

A Terra Prometida Nerd

Sexta-feira passada, aproveitando que teria que passar praticamente um dia em São Paulo, eu resolvi ir passear na Terra Prometida aos Nerds, o Paraíso-em-Vida, o Paraguai-do-leste, a rua Santa Ifigênia. Eu tinha feito algumas pesquisas pela internet, pra descobrir algumas lojas mais confiáveis e recomendadas, e fui pra lá munido de uma lista de endereços. As primeiras lojas da lista estavam todas na mesma galeria, de número 66. Cheguei na galeria 64, andei alguns passous, cheguei na galeria 68. Epa. Olhei pra trás e só vi uma parede entre a 64 e a 68. Do outro lado da rua só tinha números ímpares. Tateei pela parede, procurando um interruptor escondido. Disse algumas frases em élfico (“Entre, amigo” e “Abre essa porra, merda”). Até tentei ir andando de encontro a parede, esperando atravessar instantaneamente do outro lado. Mas nada, não tinha galeria 66 mesmo, desisti e comecei a bater perna pela Santa Ifigênia.

Acabei comprando o aparelho na House Games, que fica numa ladeira entre o viaduto e a rua Santa Ifigênia. Foi o lugar mais com cara de “loja” que encontrei, com garantia razoável, nota fiscal e preço quaaase (20 reais de diferença) igual ao das lojas das galerias. Aliás, que lugar legal: cheio de vitrines com jogos de todos os sistemas, prateleiras com consoles e acessórios de todos os tipos, e um telão enooorme pros clientes jogarem Rock Band. Eu enrolei um tempão na loja, esperando o gordão que tava tocando bateria deixar eu jogar, mas nada. Fui na loja, voltei, comprei tudo que eu precisava e nada do viado sair de lá. Mas pelo menos eu consegui jogar Guitar Hero com a guitarrinha, e descobri que é mais foda que eu pensava. O cara que me atendeu foi super genteboa, e provavelmente toca numa banda de HC quando sai do serviço. Aliás, todo bom paulistano devia tocar numa banda de HC, assim como todo bom curitibano devia tocar numa banda de rock retrô. Mas divago. Testei o PSP na loja, e vi os caras destravando o sistema  na hora, com o auxílio da mítica, legendária e misteriosa Bateria de Pandora (bateria + cartão de memória com firmware crackeada), e ainda copiaram alguns jogos e emuladores pro meu cartãozinho de memória.

Sobre o PSP: cara, que sistema legal. A tela é enooorme (pra um portátil) e muito nítida, os botões respondem bem, o mini-stick analógico funciona legal, os menus são bem intuitivos, blábláblá. Mas o importante mesmo são os jogos. O aspecto mais legal do PSP, na minha humilde opinião, é que ele não roda SÓ os jogos de PSP, que por si só já são beeeeem legais, mas também emula quase todos os sistemas anteriores à ele. O emulador de Playstation é nativo ao sistema, e roda 99% dos jogos com perfeição. Vou poder pegar todos meus jogos antigos de ps1, ripar e passar pro PSP. Já testei com Xenogears e Medievil, e os resultados foram ótimos. O emulador de Snes é bom, mas com ressalvas: os jogos com chips especiais rodam beeeem lentamente, então jogos como Megaman X 3 são problemáticos (dá pra ligar o frame skip, mas não fica a mesma coisa). O emulador de GB Advance é uma amostra dos poderes arcanos dos programadores com muito tempo livre. Cara, se o emulador de SNes roda com restrições, era de se esperar que o de GBA nem rodasse direito. Mas não, o emulador roda a 100%, sem frame skip, até em cenas mais pesadas graficamente. Vou poder jogar Megaman Zero, Metroid Fusion e Harvest Moon até o cu fazer bico. Não sei como eles conseguiram, mas agradeço aos programadores russos com muito tempo livre pela graça alcançada.

O Rei Lich

Saiu o “trailer” do World of Warcraft: Wrath of The Lich King!  (Bom, esse post não vai fazer o menor sentido se você não faz menor idéia do que seja World of Warcraft, ou pelo menos Warcraft. Sorry =(. Mas, olha, se você clicar na imagem do sujeito mal encarado ali embaixo, vai poder assistir um vídeozinho legal! Ok?)

Lich King no trono de gelo, em momento de descontração.

Lich King no trono de gelo, em momento de descontração.

Ah, os vídeozinhos CGs da Blizzard são os melhores, desde sempre. Diablo e Starcraft já tinham vídeos supimpas na época dos computadores pós-jurássicos (Pentium pra cima). Eu zerei Warcraft 3 e Frozen Throne só pra ver os vídeos depois de cada capítulo. Até os trailers dos jogos que ainda nem sairam são fodões. O que faltava no World of Warcraft eram CGs com história…o do Burning Crusade foi legal, mas esse novo é…é…fodástico. O voice-over do falecido rei de Lordaeron, enquanto o Arthas, ex-príncipe e agora Rei Lich, se levanta é foda foda foda. Emofionante ver todos os ensinamentos do rei serem subvertidos enquanto o Arthas levanta do trono de gelo pra liderar a Scourge mais uma vez. Legalzão o Arthas levantando o dragão-zumbi-vampiro-ninja e o exército de zumbis-vampiros-piratas se preparando pro pau. Mal posso esperar pra ver minha não-existente vida social ir de vez pro saco quando a expansão sair \o/!

Mr. Pacman e Eu

O escritório onde eu trabalho é um salão enoooorme, cheio de filas de mesas e colunas de mesas e corredores e mesas e mais mesas, abarrotadas de pessoas ocupadas trabalhando, projetando, engenheirando, supervisionando, administrando, essas coisasando de adultos.

Parece um labirinto de Pacman.

Todo dia as 09:42 da manhã eu rezo pra São Pacman se materializar na sala de café, com toda sua esfericidade amarela e seu apetite lancinante, e começar a devorar todos eles, um por um. Corredor por corredor, fila por fila, sem deixar nenhuma pastilha pra trás, engolindo as pílulas do poder e as frutas-bônus sem dó nem piedade.

Mas São Pacman jamais me ouve. Talvez eu precise de mais fichas.

10 Lições Valiosas Que Aprendi Jogando Videogames

10. Sequestraram a princesa, abriram um portal pro inferno, os alienígenas invadiram a Terra e tem blocos geométricos de formas variadas caindo do céu. Pegue suas três vidas e seus três continues, e mãos à obra.

09. Gelo escorrega, fogo queima, ácido derrete, cogumelos te deixam grandão e te dão uma vida extra. Quem disse que videogames não ensinam nada?

08. Atire no ponto vermelho piscante. Caso não exista um ponto vermelho, desvie dos tiros e espere o ponto vermelho piscante aparecer.

07. Você não é um homem de verdade se nunca zerou um Megaman de Nintendinho.

06. Você não é um homem de verdade se conseguiu zerar um Gradius. Sério. Sai daqui, ciborgue nojento.

05. A prática leva à perfeição e aos calos nos dedos. Mas um shoryuken bem dado é capaz de derrubar o mundo.

04. A vida é feita de escolhas: você pode guardar a Big Fuckin’ Gun pro último chefe, ou você pode destruir dezenas de zumbis com um único tiro.

03. Nada é por acaso. Aquela plataforma que você quase conseguiria pular caso não fosse uma mocinha descoordenada? É justamente lá que está o upgrade da armadura.

02. Sua princesa está em outro castelo. Mas um encanador italiano totalmente chapado de cogumelos e flores alucinógenas não desiste NUNCA! …Ou até acabarem os continues.

01. Caso todo o resto dê errado, lembre-se: pra cima, pra cima, pra baixo, pra baixo, esquerda, direita, esquerda, direita, B, A.

Alguém tem mais alguma lição pra compartilhar?