O Fim do Mundo
quarta-feira, janeiro 4th, 20122012.
Ah, 2012. O último ano de nossas vidas. Game over, planeta Terra, é isso aí, civilização humana, foi bom enquanto durou e a gente se vê por aí nessa longa estrada da vida, gata, porque já dizia o Jimzinho Morrison: “Nossa…nossa…assim você mi mata!” “The future is uncertain and the end is always near”. C’est finito, como dizem os espanhóis. Acabou-se o que era douce, diz o seu tio chato.
Mas claro, pode ser tudo um erro de cálculo, uma grande confusão. Afinal, quem pode culpar os Astecas/Maias/Incas Venusianos se eles cansaram de calcular o calendário:
Pedro Juan Quetzacoatl diz: “Cábron, cansei de calcular essa porra de calendário!”
Juan Carlos Cábron diz: “Madre que ló parió, em que ano você parou?”
Pedro Juan Quetzacoatl diz: “Xô contar…2012!”
Juan Carlos Cábron diz: “Pffff, a civilização humana não dura mais nem dois séculos! Ninguém nunca vai usar esse calendário! Bora lá dar uma volta no Eldorado!”
Por via das dúvidas, aqui estamos esperando o apocalipse. Alguns apostam no fim do planeta em escala Jerry Bruckheimer: um grande meteoro, uma grande catástrofe sísmica, quem sabe até a prometida inversão dos pólos magnéticos. Tem a galera fã do John Romero, rezando e guardando armas e suprimentos para o apocalipse zumbi. Invasão alienígena não anda tão em moda, mas é sempre uma boa pedida. Claro, tem a opção bíblica-judaico-épico-cristã, com direito a Arrebatamentos e Julgamentos Finais, Sete Selos, Cavaleiros do Apocalipse e aquela coisa toda. Pessoalmente, eu gosto da versão nórdica, com Deuses em guerra, legiões de vikings voltando a vida para brigar, lobos gigantes eclipsando o Sol e tudo mais. Acho difícil acontecer, mas nunca se sabe né. Mas eu nem ligo.
Contanto que parem com essa porra de “Ai, se eu te pego”, já está valendo.
(E claro, a melhor trilha sonora para o apocalipse. Pode falar mal do Bruckheimer, mas “Armageddon” é mó legal, fala aí)








