Um repositório de cultura inútil? Um balaio de pensamentos desconexos? Opiniões que ninguém pediu? Piadinhas fora de hora? Furos na malha do tempo-espaço? Sim, e não se esqueça da toalha.
Layout novo! O que acharam? Ficou melhor? Ficou uma bosta? Prefero o antigo? Prefere o Te Dou um Dado? Prefere que o autor perceba que não tem talento nenhum e desista de uma vez por todas? Quem der sua opinião, seja ela qual for, ali nos comentários ganha um pacote de cheetos bolinha metafísicoespiritual.
As fotinhas ali em cima mudam a cada vez que você recarrega a página. A idéia é ter um monte, mas um MONTE mesmo, para que sejam sempre diferentes. Tô pensando em pelo menos 100, senão 200, quem sabe um dia 300. São realmente fáceis de fazer, tem o modelo prontinho no photoshop e tal. Dá até pra fazer um oráculo, se você for de oráculos: mentaliza a pergunta, clica no reload e a nova fotinha irá lhe indicar o rumo a seguir. …E aí eu me pergunto o que uma pessoa faria se fizesse isso e aparecesse a foto do Dr. Frank-n-Further.
Dr. Frank-n-Furter, M.D.
“Rosetint my world, keeps me safe from the trouble and pain!”
Falando no Dr. Frank-n-Further, eu ainda preciso falar sobre Rocky Horror Picture Show aqui nesse blog. Pra quem não conhece, é musical que virou filme-musical sobre…sobre…bem, sobre o Dr. Frank-n-Further e seu…experimento final. Tem quem ache ridículo, e tem quem ache genial. Eu particularmente acho que é ridículo de tão genial e genial de tão ridículo. Mas deixa pro post em si, e espero não ter chocado a moral e os bons costumes com a foto acima.
Ouvindo Tom Petty e matutando sobre a relação que eu faço entre esses heartland rockers (Tom Petty, Bruce Springsteen, e até certo ponto Wallflowers e Black Crowes) e o Faroeste Paulista. As imagens que eles usam nas músicas, as cidades pequenas, as pessoas lutando pra escapar de lugar nenhum, os valores e a mentalidade do interior…são coisas que eu via todo dia, e que fazem parte de mim.Minha alma é caipira. Não importa que eu esteja a 2100 km de casa, nem que eu vá morar na capital ou na china, tem sempre o meu pastinho interior, com cheiro de bosta de vaca e tudo, pra me acompanhar aonde eu vá. Mas isso dá assunto pra outro post…Tomara que não me apareçam com serviço amanhã no trabalho: tô afim de falar do Chefe e do Espantalho.
Eu instalei o Safari aqui só pra ver como era, e fiquei besta com as letras LINDAS que ele renderiza. Eu até gostava do Cleartype, mas foi só abrir o Google no Safari pra sentir a diferença. O Cleartype ajuda, mas não é aquela coca-cola toda. Por sorte, um japonês (sempre eles) escreveu um programa pra solucionar o problema. Mais informações aqui nesse post do Lifehacker. Basicamente é só rodar o programinha. Aqui não deu nenhum problema, mas no site fala sobre possível instabilidade do sistema e etc e tal. Bom, qualquer coisa deixa o windows instável, então não faz diferença, faz?
Hmmmm. A idéia do Oráculo poderia virar algo maior. “Você tirou a carta Gordon Freeman: Dê-me um pé-de-cabra e eu salvarei o mundo de um império alienígena”. Com cartinhas e tudo mais. Idéias, idéias.
E por hoje é só. Boa noite, boas pessoas, e durmam ao som do espantalho.
A dona Lulu, dona da Toca da Coruja, andou escrevendo uma série de posts ótimos sobre o mito dos vampiros que vocês podem ler começando por aqui, depois continuando por aqui, e depois tem mais esse e por fim, chegando aos finalmentes da discussão, mais esse aqui. É compridão e cheio de curiosidades e insights legais…enfim, vão lá ler logo!
Cara, essa coisa de mundo corporativo não é pra mim. Como diria minha mestra jedi Tina Fey, “eles são muito “bláá bláá bláá” e eu sou tipo wéé wéé wéé”. E falando em mundo corporativo, segue vídeozinho safadamente surrupiado do Eu Diria Que:
Ontem à noite eu sonhei que havia um pato grande e gordo e cinzendo me perseguindo, e correndo atrás das minhas pernas, e se agarrando nelas. E descobri que eu tenho um supermercado imaginário recorrente em meus sonhos. Mas nada foi mais batshit sickfuck do que o pato correndo atrás de mim. oÔ
Continuo apaixonado pela Regina Spektor. Virou minha cantora favorita em menos de um fim de semana, e eu não consigo parar de cantarolar “Hotel Song” na minha cabeça.
Se eu pudesse mudar uma coisa, uma coisinha em mim, seria essa mania estúpida de achar que tudo há de dar errado. Não que eu seja pessimista, muito pelo contrário – eu sou uma poliana típica. Mas essa paranóia ridícula me assombra e me trava. Eu queria saber deixar as coisas acontecerem, o que for pra ser vai ser, e deixa o barco correr. Lobotomia resolve?
Salvador acordou insólita. Sim, insólita. Adoro essa palavra: insólita. Vou começar a usá-la mais vezes. Enfim.
Salvador acordou insólita. Sabe, fez friozinho! Teve garoa de manhã cedo, daquela que começa fraquinha e quando você percebe já está tão encharcado que nem faz sentido pegar o guarda-chuva? E um vento frio e forte, como muito raramente se vê por aqui. De tarde eu cheguei a pensar em blusa, numa cidade em que eu sonho ir trabalhar de shorts e chinelo.
Mas o mais legal é que a cidade estava vazia! A escola na frente do prédio estava deserta, sem pivetes berrando, sem dondocas parando o trânsito, sem buzinas! Dava pra atravessar a rua em menos de cinco minutos de espera! E não se ouviam buzinas! O ônibus não estava lotado como sempre! O trânsito não estava engarrafado! E não havia buzinas!
Eu já disse que odeio as buzinas de Salvador? Sabe, o soteropolitano que possui um automóvel tem essa paixão incontrolável por sua buzina. Não importa o que esteja acontecendo, ele sente essa vontade irreprimível de enfiar a mão no meio do volante e fazer BÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ para o mundo. É a tal da musicalidade do povo baiano se manifestando no trânsito, acredito eu. Querem saber? Enfiem essa musicalidade e essas buzinas no meio do rabo, bando de imbecis!
Ok, perdoem o chilique. Mas eu precisava botar pra fora esse ódio POR ESSAS MALDITAS BUZINAS DO INFERNO CARALHAL GRRRRR!!! Ok, ok. Easy, mongo, easy. Vamos falar de coisas mais calminhas.
Andei desenvolvendo uma fascinação pela música do Yann Tiersen. Eu nunca fui muito fã de música instrumental…no máximo ouvia a trilha sonora de Senhor dos Anéis enquanto jogava WoW (deixa o jogo MUITO mais épico, eu garanto), de vez em quando a trilha do Chrono Trigger. Mas confesso que a música desse francês me pegou de surpresa. Foi dona Getsuchan quem me mostrou a Valse d’Amélie pela primeira vez, e a partir daí eu viajei na batatinha. Pra quem ainda não ouviu, vale a pena começar pela trilha da Amélie.